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Texto do Ricardo Machado sobre a 2ª fase do CNl na Covilhã

Viagem à Covilhã

Dia 15 de Abril, fui à Covilhã acompanhado com cinco raparigas e a  professora Dores Pinto (boa companhia portanto;) fazer a prova da 2ª fase  do Concurso Nacional de Leitura. Durante a viagem lemos um pouco do livro  (pois nenhum de nós tinha o lido completamente).
Certificamo-nos do horário do concurso e dirigimo-nos à Câmara Municipal onde estava à nossa espera o senhor presidente da Câmara.
Depois de ter ouvido vários discursos, apresentaram-nos um senhor que nos explicou um pouco da história da Covilhã.
Contou-nos que os edifícios da atual universidade foram em tempos fábricas de têxteis, mas o que eu mais gostei de ouvir foi quando comparou o Pero da Covilhã com o 007, ou seja, com o James Bond.
De seguida encaminharam-nos para a Escola Secundária Quinta das Palmeiras onde iríamos almoçar e realizar as provas da segunda fase.
Quando chegámos à escola Quinta das Palmeiras, comentámos que as meninas organizadoras (que eram estudantes do curso do turismo) estavam vestidas como hospedeiras de bordo.
Depois do almoço, enquanto nós realizávamos as provas escritas os professores acompanhantes foram fazer uma visita cultural ao centro
Ao acabarem as provas, os organizadores repartiram um reforço alimentar pelos alunos participantes.
Ainda antes de sabermos  os resultados das provas escritas, fomos para a Biblioteca Municipal, pois a professora queria ver a prova oral, passássemos de fase ou não.
Quando chegámos vimos um bolo enorme, mas para meu grande desgosto, era só para mais tarde.
Estivemos numa sala com um ator chamado Luís (se não me engano) onde fizemos um jogo e depois ouvimos três músicas de uma banda de lá chamada “Jazz Kids” para aliviar a tensão de não saber ainda os resultados.
Pouco depois, chegaram os resultados dos dez concorrentes que passariam à seguinte fase. Soubemos que nenhum de nós se apurou, mas,por fim, chegou o momento mais esperado por mim, a festa final onde comeríamos o bolo gigante. Empenhei-me em ser o primeiro a comer daquele bolo e fiquei um bom tempo à espera (o que é difícil para mim). Comi, repeti e voltei a repetir, aquele bolo era muito bom.
Depois do lanche, voltámos para a Idanha onde chegamos por volta das sete horas.

Foi uma boa experiência.

Ricardo da Cruz Machado , Nº 22 , 7ºA  ;)

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