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"Amor é fogo que arde sem se ver" de Luís Vaz de Camões

Sendo o dia 23 de janeiro o dia apontado como o do nascimento de Luís Vaz de Camões , os alunos do 2.º Ciclo foram convidados a participar em atividades que celebram a vida e a obra do poeta, ainda a propósito das celebrações do V centenário do seu nascimento. A sua genialidade envolveu os alunos do 5.º e 6.º Ano, em atos de leitura e de descoberta da sua vida aventureira e misteriosa.  O poema  "Amor  é fogo que arde sem se ver"  ficou embelezado, simbolicamente, por um coração artisticamente desenhado e iluminado pela força e  subtileza das palavras escritas há 500 anos,  evocadas pela leitura (belingue) suave dos alunos. Os conhecimentos foram mobilizados num Quiz acerca da vida de Luís de Camões visionada num pequeno filme  "Vem viajar  com Camões ".  
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Janela poética para a lírica de Luís Vaz de Camões

  1. Amor é fogo que arde sem se ver   Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer;   É um não querer mais que bem querer; É solitário andar por entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É cuidar que se ganha em se perder;   É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor; É ter com quem nos mata lealdade.   Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade, Se tão contrário a si é o mesmo Amor?                              Luís de Camões  

Audio Livro "Cocuruto" por Clara Cunha, com ilustrações de Vitor Hugo Matos

https://youtu.be/8AljWhrvQVg?si=WGXMjsYLjJVUHgmM Uma sugestão de leitura que resultou magnificamente, na turma A, 1.º ano, professora Emília Sequeira.

V Centenário do nascimento de Luís Vaz de Camões - Camões, por outros poetas - Miguel Torga

Camõe s, poema de Miguel Torga  Fonte: Coimbra - NIT CAMÕES Nem tenho versos, cedro desmedido, Da pequena floresta portuguesa! Nem tenho versos, de tão comovido Que fico a olhar de longe tal grandeza.  Quem te pode cantar, depois do Canto Que deste à pátria, que to não merece? O sol da inspiração que acendo e que levanto, Chega aos teus pés e como que arrefece. Chamar-te génio é justo, mas é pouco. Chamar-te herói, é dar-te um só poder. Poeta dum império que era louco, Foste louco a cantar e a louco a combater. Sirva, pois, de poema este respeito Que te devo e professo, Única nau do sonho insatisfeito Que não teve regresso! Miguel Torga In  Poemas ibéricos , 1965.

Presépio premiado do Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro

  Quando o Amor, a dedicação e a criatividade se juntam, nasce a arte. Muitos parabéns a todas/os que tornarem possível este presente natalício, na Epifania dos Reis. Os materiais usados foram cartão (de embalagens usadas), folhas das árvores do espaço verde da escola e pedacinhos de pano. É crucial proteger o ambiente, dando o exemplo na escola. .

Livros Inclusivos

  A Direção do nosso  Agrupamento  José Silvestre Ribeiro ofereceu 40   Livros Inclusivos (20 + 20) , escritos pela escritora  Sandra Oliveira,  com ilustrações de  Tânia Bailão Lopes.   - 20 exemplares  "Caracoleta, colo, colo, e mais colo",  livro multiformato com vários elementos inclusivos, como a impressão em braile, um vídeo LGP com narração do texto, um audiolivro, pictogramas, ilustração e descrição das ilustrações, a gravação e descrição das ilustrações e a integração do vídeo em LGP e áudio das descrições na internet, com respetivos QRCODE. - 20 exemplares  "A Luna nunca diz não",  com texto aumentado e pictogramas. Vão estar acessíveis a todos  os leitores (chegarão brevemente a todas as escolas), para enriquecer e consolidar práticas de leitura mais inclusivas, em particular com os alunos que, por circunstâncias de natureza física, sensorial e cognitiva revelam maiores dificuldades na acessibilidade à leit...

Janeiro, poema primeiro -Balada Da Neve, de Augusto Gil com narração de Mundo Dos Poemas

Poema Os meses do ano