Falar da Pordata, a maior base de dados da população portuguesa, é também falar de estatística, de números, de dados, de gráficos....A Pordata permte falar dos mais diversos temas e por isso não deixe de espreitar esta plataforma criada pela Fundação
Francisco Manuel dos Santos. Em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares, escolas de todo o país fazem sessões de formação, integrada no currículo da disciplina de matemática. Nós fizemo-lo com duas turmas do 8º ano, alunos de matemática da professora Elsa Santos e de Cidadania da professora Cecília Lemos.
As sessões decorreram em aulas de 90 minutos e procuraram constituir um recurso para a abordagem de
alguns temas curriculares, nomeadamente a estatística. Sendo a informação um dos
bens mais abundantes da atualidade, o seu aumento contínuo exige instrumentos
de análise e medida que a permitam sintetizar, tornando a produção de
estatística um imperativo.
Foi, assim, importante que a
escola em geral, e a biblioteca escolar em particular, tenha promovido a aquisição de
algumas chaves fundamentais para a leitura dessa nova realidade estatística e
para a compreensão e análise crítica da avalanche de informação que nos rodeia.
O nosso formador, dr. Renato Antunes, que trabalha para a Pordata, percorre o país para ensinar os alunos a explorar os dados disponibilizados pela
PORDATA, de forma simples e acessível, contribuindo para a literacia estatística e a de
informação. Cativou o público com dados e exercícios sobre modalidades desportivas, interpolou-os sobre dados da população portuguesa e referiu que a a parte mais importante na base de dados da Europa é a comparação de qualquer tema com os restantes parceiros europeus. O município de Idanha-a-Nova foi explorado e os alunos revelaram-se muito atentos e participativos e, inclusivamente admirados com os gráficos dinâmicos e mapas distorcidos: comprovaram que com a litoralização (maior expansão para o litoral) o interior desaparece _ o mapa e mostra as duas tentativas de bipolarização:Porto e Lisboa.
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