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Mensagens

em jeito do dia do pai... texto do Tiago Galvão para o jornal

O meu pai             O meu pai,para mim, sempre foi um ídolo ou até mesmo um herói. Eu vejo nele uma pessoa honesta,trabalhadora e que faz e fazia tudo por mim.Eu nele vejo uma pessoa parecida comigo,pois temos gostos pessoais iguais, exceto no clube de futebol pois ele é benfiquista e eu sportinguista. Gostamos de caça, pesca, desporto…    Todos os dias,  quando se levanta para o trabalho, ele vai a pensar no meu futuro e no da minha irmã para um dia termos um bom trabalho e boas condições de vida. Eu costumo acompanhá-lo no seu trabalho e no seu dia a dia.             Na minha opinião, quando estou com ele, sei que posso desabafar  e contar-lhe tudo, pois tenho confiança nele e na sua palavra. Sei que posso contar com ele nos maus e nos bons momentos, embora às vezes me chateie com ele por ser um bocadinho aborrecido.    ...

PALAVRAS DO MUNDO EM CARTAZ - CONCURSO

"1. Este Concurso, iniciativa do Plano Nacional de Leitura, enquadra-se na 9ª Edição da Semana da Leitura e centra-se no tema «Palavras do Mundo». 2. O Concurso desenvolve-se no quadro dos objetivos definidos para a Semana da Leitura 2015, sendo estes, nomeadamente: promover o gosto pela leitura, sublinhando as dimensões do prazer e da festa;  promover o conhecimento e a compreensão de temáticas diversas, de textos e de autores nacionais ou internacionais; tornar evidente a importância da leitura e da escrita, na comunidade escolar, dando-lhes visibilidade estimular a imaginação articulando a palavra e a leitura com as ciências e as artes; 3. O público-alvo do concurso é constituído pelas crianças e pelos jovens de todos os níveis de educação e de ensino, bem como pelos elementos da comunidade em que cada escola se insere." Ler o regulamento completo aqui

2ª fase do CNL

Lista das escolas participantes na 2ª fase do CNL Lista dos participantes  * Ajudas para a leitura dos livros, pesquisadas na web: CASOS DO BECO DAS SARDINHEIRAS, Mário de Carvalho Sinopse O Beco das Sardinheiras é um beco como outro qualquer, encafuado na parte velha de Lisboa. Uns dizem que é de Alfama, outros que é já da Mouraria e sustentam as suas opiniões com sólidos argumentos topográficos, abonados pela doutrina de olisiponenses egrégios. Eu, por mim, não me pronuncio. Tenho ideia de que ali é mais Alfama, mas não ficaria muito escarmentado se me provassem que afi nal é Mouraria. Creio que o nome lhe vem das sardinheiras que exibem um carmesim vistoso durante todo o ano, plantadas num canteiro que rompe logo à esquina, não longe da drogaria que já fica na Rua dos Eléctricos. A gente que habita o Beco é como as demais, nem boa nem má. Tem sobre os outros lisboetas um apego ainda maior ao seu sítio e às suas coisas. Desde há muito tempo que não há memó...

14 de fevereiro - dia de São Valentim

 

Novidades nas BEs da JSR e 1º ciclo

No final do ano letivo foram adquiridos bastantes títulos para a Biblioteca Escolar JI/EB1 de Idanha e(nem tantos, mas foram os possíveis!)  para a JSR. Ficam apenas algumas fotografias...  A professora Catarina Pio, a D.Fernanda e o Sr. José António,   carregando as  caixas para levar para a biblioteca Escolar do JI/EB1. É esta professora que dinamiza os movimentos e registos desta BE.    Imagens da exposição.  

Dia da Memória das Vítimas do Holocausto 27/01/1945 - 27/01/2015

  Leia o nosso  boletim sobre o holocausto aqui Para que ninguém se esqueça...   AUSCHWITZ Em nome da Memória    27 de Janeiro de 1945. O exército russo chega a Auschwitz, principal campo de extermínio nazi. Os nazis já tinham abandonado o campo quando as tropas russas chegaram. Os fornos crematórios tinham sido dinamitados para não restarem vestígios da aberração criminosa. Levaram consigo cerca de 58 mil prisioneiros, forçando-os a percorrer inúmeros quilómetros a pé, em condições desumanas. Nesta retirada, que ficou conhecida por “Marcha da morte”, morreram muitos  prisioneiros. Os que não conseguiam caminhar eram imediatamente fuzilados. Outros sucumbiram de exaustão. No campo, ficaram nove mil prisioneiros doentes, abandonados ao frio, sem comida nem medicamentos. Os primeiros soldados russos pareciam não acreditar no que viam: esqueletos vivos que se arrastavam como sonâmbulos. O prisioneiro Primo Levi escreveu...