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Fernando Pessoa - 125 anos

 
 
A 13 de junho de 1888, nasceu em Lisboa, Fernando Pessoa poeta, filósofo e escritor português.
É considerado um dos maiores poetas da Língua Portuguesa, e da Literatura Universal, muitas vezes comparado com Luís de Camões.
 
 

 Ai dos sonhos que sonhamos!
Ai das tristezas que choramos!
Ai do muito e do pouco que somos!
... Ai de quem tem coração!
A árvore da ciência só nos deu os pomos
Da desilusão.

Ai do que queremos e temos!
Ai do que  perdemos!
Ai mesmo do não termos os lutos
Por ter coração
A árvore da vida só nos deu os frutos
Da solidão.

12 - 5 - 1910
In Poesia 1902-1917 , Assírio & Alvim, ed. Manuela Parreira da Silva, Ana Maria Freitas, Madalena Dine, 200
 
 
 
[PROMOÇÃO LER AS PESSOAS DE PESSOA]

Leia o regulamento completo em
<http://letrasinversoreverso.blogspot.com.br/2013/06/ler-as-pessoas-de-pessoa.html>
 
 
"Tenho em mim todos os sonhos do mundo"
Fernando Pessoa
 
"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis"
Fernando Pessoa
 
 
"Ser feliz é deixar de ser vitima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É saber falar de si mesmo. É não ter medo dos próprios sentimento…"
Fernando Pessoa
 
"Tenho pensamentos que, se pudesse revelá-los e fazê-los viver, acrescentariam nova luminosidade às estrelas, nova beleza ao mundo e maior amor ao coração dos homens."
Fernando Pessoa
 
 
"O verdadeiro cadáver não é o corpo (...), mas aquilo que deixou de viver(...)"
Fernando Pessoa
 
"Afinal, se coisas boas se vão é para que coisas melhores possam vir. Esqueça o passado, desapego é o segredo!"
Fernando Pessoa
 
"Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens com o que sinto."
Fernando Pessoa
“Se perder um amor... não se perca!
Se o achar... segure-o!
Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala.
O mais... é nada.”
Fernando Pessoa
 
 
 

 
 
 
Júlio Pomar, Fernando Pessoa
"Criei em mim várias personalidades. Crio personalidades constantemente. Cada sonho meu é imediatamente, logo ao aparecer sonhado, encarnado numa outra pessoa, que passa a sonhá-lo, e eu não.
Para criar, destruí-me; tanto me exteriorizei dentro de mim, que dentro de mim não existo senão exteriormente. Sou a cena viva onde passam vários actores representando várias peças."
(in "Livro do Desassossego de Bernardo Soares" (apresentação crítica, seleção e sugestões de análise literárias de Maria Alzira Seixo), Col. Textos Literários, Lisboa, Editorial Comunicação, 1986, p.55)

 
 
 
 
 
 
 
 
 

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