domingo, 31 de Janeiro de 2010
Portal das Escolas disponibilza revistas e jornais digitalizados
A partir de hoje, no Portal das Escolas, e para os professores registados, ficarão disponíveis, de forma gradual, mais de um milhão e duzentas mil páginas de jornais e revistas, históricas e actuais, do Grupo Impresa. Este acervo digital, com conteúdos de qualidade, visam a sua utilização em contexto pedagógico.
O Incrível Rapaz Que Comia Livros
O Incrível Rapaz Que Comia Livros, de Oliver Jeffers
Segue o link para o filme do livro O Incrível rapaz que comia livros
http://www.youtube.com/watch?v=nmS2PTp8Xls
Sinopse
Esta é a história de um rapaz com um apetite insaciável… por livros. Um dia, assim por acaso, o Henrique descobre esta estranha paixão, que se transforma numa mania constante e deliciosa! E eis a parte melhor: quanto mais livros devora, mais esperto fica. O Henrique sonha tornar-se na pessoa mais esperta do mundo. Até que percebe os malefícios deste hábito peculiar…. Já não consegue digerir bem, as coisas que aprendeu começam a ficar todas baralhadas e tem de parar.
quinta-feira, 7 de Janeiro de 2010
Concurso Nacional de Leitura 1ª fase
Decorreu, dia 6 de Janeiro, a 1ª fase da eliminatória do CNL, iniciativa do Plano Nacional de Leitura.
Ler mais aqui.
As provas, da total responsabilidade da professora Cecília Mendes, que faz parte da equipa da BE/CRE , incidiram em livros recomendados pelo PNL.Concorreram 48 alunos do 3º ciclo e 5 do ensino secundário.
Os 6 vencedores estarão presentes na eliminatória da fase distrital, em Março, numa Biblioteca Municipal a designar pela tutela.
Vencedores do Ensino secundário: Filipe Alexandre Dias, 11ºA, Patrícia Alexandra Tavares Militão, 11ºB e Filipa Camisão, 11ºA.
Vencedores do 3º ciclo: Eduarda Flores Marques,9ºB, Ana Marta Serrano Magro, 7ºD e Maria Inês Francela Marques, 8ºC.
Parabéns e boas leituras!
Ler mais aqui.
As provas, da total responsabilidade da professora Cecília Mendes, que faz parte da equipa da BE/CRE , incidiram em livros recomendados pelo PNL.Concorreram 48 alunos do 3º ciclo e 5 do ensino secundário.
Os 6 vencedores estarão presentes na eliminatória da fase distrital, em Março, numa Biblioteca Municipal a designar pela tutela.
Vencedores do Ensino secundário: Filipe Alexandre Dias, 11ºA, Patrícia Alexandra Tavares Militão, 11ºB e Filipa Camisão, 11ºA.
Vencedores do 3º ciclo: Eduarda Flores Marques,9ºB, Ana Marta Serrano Magro, 7ºD e Maria Inês Francela Marques, 8ºC.
Parabéns e boas leituras!
segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010
os 50 autores mais influentes do século XX

...E O QUE APRENDEMOS, ou devíamos ter aprendido COM ELES é uma compilação feita por José Mário Silva para a revista LER, absolutamente imperdível!
Obrigada, Angelina Maria Pereira por partilhar!
Quem é? coordenadora interconcelhia da RBE (Amarante, Maia, Matosinhos, Vila do Conde)
"You want change the world? Make sure the principal is fighting with you."
Etiquetas:
os 50 autores mais influentes do século XX
Isaac Newton


O Google tinha hoje uma imagem que lembrava o aniversário do nascimento de Sir Isaac Newton.
Mas quem foi Sir Isaac Newton, nascido em Woolsthorpe, a 4 de janeiro de 1643 e falecido em Londres, a 31 de Março de 1727?
Não se sabe ao certo se é lenda mas, estando debaixo de uma macieira, uma maçã atingiu-o na cabeça, o que o terá inspirado na sua teoria da gravitação universal.
estórias
Era um fim de tarde de 1606. O jovem Isaac Newton, com um livro debaixo do braço, penetrou no pomar da mãe no coração da Inglaterra. Sentou-se sob uma árvore e a mais famosa maça da história caiu, certamente q lhe doeu mas também fez com q o jovem cientista de vinte e três anos pensasse no assunto.
No mesmo dia, Isaac debatia-se com o problema do que mantinha a Lua na sua órbita à volta da Terra e os planetas nas suas rotas em volta do Sol. Foi depois de pensar sobre a causa da queda da maça, que ele começou a encontrar a resposta para aquelas questões. in http://www.ajc.pt/cienciaj/n16/estorias2.php3
ver também aqui!
sábado, 19 de Dezembro de 2009
Imagens da sessão Biblioteca d´Horas (clique aqui)
Valeu bem a pena o esforço de quem está nos bastidores: as professoras das turmas do 4ºC, Ilídia MIlheiro, e 6ºA, Tânia Ribeiro e....os outros...nós, da biblioteca e do PNEP...
Valeu bem a pena o esforço de quem está nos bastidores: as professoras das turmas do 4ºC, Ilídia MIlheiro, e 6ºA, Tânia Ribeiro e....os outros...nós, da biblioteca e do PNEP...
terça-feira, 15 de Dezembro de 2009
sábado, 12 de Dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009
Histórias de Natal
O Natal na União Europeia
Os Três Patinadores
O Pai Natal Guloso
O Natal das Bruxas
A Menina dos Fósforos
O Pai Natal Preguiçoso e a Rena Rudolfa
A Noite de Natal - Sophia de Mello Breyner Andresen
Bom Natal, Pai Natal – J. J. Letria
Charlie, o limpa-chaminés e o seu gato Farrusco
Hoje é Natal – José Vaz
Os três reis do Oriente - Sophia de Mello
A cerejeira do Natal - Ant. Torrado
A Fava, o Brinde e o Bolo-Rei - J. J. Letria
Os Três Patinadores
O Pai Natal Guloso
O Natal das Bruxas
A Menina dos Fósforos
O Pai Natal Preguiçoso e a Rena Rudolfa
A Noite de Natal - Sophia de Mello Breyner Andresen
Bom Natal, Pai Natal – J. J. Letria
Charlie, o limpa-chaminés e o seu gato Farrusco
Hoje é Natal – José Vaz
Os três reis do Oriente - Sophia de Mello
A cerejeira do Natal - Ant. Torrado
A Fava, o Brinde e o Bolo-Rei - J. J. Letria
segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
LUA DE JOANA, de MARIA TERESA MAIA GONZALEZ

Ao lermos a A Lua de Joana não podemos deixar de pensar na forma como, muitas vezes, relegamos para segundo plano aquilo que é realmente importante na vida. Porque este livro nos alerta para a importância de estarmos atentos a nós e ao outro, e de sermos capazes de, em conjunto, percorrer um caminho que conduza a uma vida plena.
Pe. Vitor Feytor Pinto
Este livro pode ser considerado uma espécie de diário (apesar de não o ser) porque Joana escreve cartas para uma amiga que já morreu. Conta-lhe todos os acontecimentos do seu dia-a-dia. É interessante ver o desenrolar da vida desta personagem, como ela se transforma ao longo dos dias e dos anos.Apesar de tudo, este livro mostra-nos a realidade dos dias de hoje: o grande flagelo que a droga é para todos - para a família, para os amigos e para a própria pessoa que comete esse erro. Joana é também uma excelente aluna, reconhecida por todos e acarinhada pelos professores e amigos, mas a sua melhor amiga já não faz parte da escola, já não faz parte, da turma, nem partilha a sua mesa nas salas de aula.
No decorrer desta história Joana tenta agir com normalidade apoiando-se sempre na sua avó, sendo esta a sua única conselheira. Este livro age também como alerta aos pais desatentos. Os pais de Joana sentiam nela uma pessoa adulta responsável, logo pensavam que não tinham que se preocupar com ela. Também não eram propriamente presentes, o seu pai é um médico prestigiado, passa a vida fora em reuniões, visitas ao domicilio e raramente está presente , já a sua mãe é dona de um pronto-a-vestir, preocupadíssima com o seu outro filho, irmão de Joana, cuja relação era um tanto ou quanto critica.
Uma história bem real.
segunda-feira, 26 de Outubro de 2009
terça-feira, 6 de Outubro de 2009
Novo sítio
Muito brevemente apresentaremos um novo sítio.
Siga-nos temporariamente em http://www.anossaescola.com/idanha/
e conheça as actividades nas Bibliotecas escolares de Idanha
BEIdanha + BELadoeiro + BEJSR
Até já!
Siga-nos temporariamente em http://www.anossaescola.com/idanha/
e conheça as actividades nas Bibliotecas escolares de Idanha
BEIdanha + BELadoeiro + BEJSR
Até já!
segunda-feira, 5 de Outubro de 2009
sexta-feira, 3 de Julho de 2009
Ler+ Para Vencer 2009/2010
O PNL está a enviar livros, oferecidos pelo Ministério da Educação aos alunos, que em Setembro, iniciarão o 1º Ciclo e o 2º Ciclo.As escolas irão receber até 30 de Julho, o número de livros correspondente ao seu número de alunos de 1º ano e de 5º ano, na escola sede de agrupamento ou na própria escola, caso não estejam agrupadas ou pertençam à rede do ensino privado.
Os livros deverão ser entregues pelos professores em Setembro como presente de inicio do ano lectivo 2009/2010.
Esta iniciativa dará continuidade ao programa de oferta de livros, iniciado em 2008. A distribuição será feita tanto no ensino público, como no ensino privado.
1º ano de escolaridade
Autocolante para colocar no livro e preenchido com a ajuda do professor.
Brochura para pais/encarregados de educação.
Cartaz para colocação na sala.
Mochilas para a biblioteca escolar (destinam-se a fomentar o empréstimo domiciliário no 1º ciclo e são uma oferta para as escolas).
. Selecção dos Livros
A selecção dos livros incidiu sobre os livros recomendados pelo PNL para este nível etário.
As escolas irão receber o número de livros correspondente ao seu número de alunos de 1º ano e de 5º ano na escola sede de agrupamento, ou na própria escola, caso não estejam agrupadas ou pertençam à rede do ensino privado.
2. Distribuição dos livros pelas escolas dos agrupamentos
Sendo todos os livros e restantes materiais recebidos nas sedes dos agrupamentos a distribuição dos pacotes destinados ao 1º ano deverá ser feita em Julho de 2009, com o apoio dos coordenadores das bibliotecas escolares.
3. Entrega dos livros e dos autocolantes aos alunos do 1º ano
A entrega dos livros aos alunos do 1º ano deve ser feita na sala de aula. Se o professor considerar oportuno, poderá ser logo no primeiro dia de aulas, valorizando explicitamente a importância do livro e da leitura.
Dado que será oferecida uma diversidade de livros, sugere-se que os professores deixem os alunos escolher o livro que preferirem, que façam um sorteio, ou que optem por outro processo que considerem adequado. Poderão optar por deixar os alunos escolher, por realizar sorteios, ou por outro processo de entrega que considerem adequado à população escolar
O autocolante deve ser colocado no livro, também na sala de aula, sob orientação do professor, que explicará o que vai ser preenchido nesse dia e o que será para preencher ao longo do ano.
4. Entrega das brochuras aos pais/encarregados de educação de alunos do 1º ano
A entrega da brochura aos pais/encarregados de educação deve ser feita em mão, num momento em que haja serenidade, para uma conversa breve sobre a importância dos livros e da leitura em família no desenvolvimento das crianças e para possibilitar alguns esclarecimentos que os pais eventualmente solicitem.
Sugerem-se como possibilidades:
Convidar os pais para estarem presentes na sala de aula, no momento em que os alunos recebem os livros.
Na primeira reunião de pais.
Individualmente no momento em que vão levar ou buscar as crianças.
A brochura só deverá ser enviada pelas crianças aos pais que, por qualquer motivo nunca se desloquem à escola.
5. Entrega dos livros e dos autocolantes aos alunos do 5º ano
A entrega dos livros aos alunos do 5º ano deve ser feita na Biblioteca Escolar, nos primeiros dias de aulas, mediante visitas das diferentes turmas que poderão aproveitar para se familiarizarem com o espaço e com os recursos disponíveis.
Dado que será oferecida uma diversidade de livros, os coordenadores da Biblioteca poderão optar por deixar os alunos escolher, por realizar sorteios, ou por outro processo de entrega que considerem adequado à população escolar.
O autocolante deve ser colocado no livro e preenchido pelo aluno.
5º ano de escolaridade
Autocolante/5º ano para o aluno colocar no livro e preencher
Cartaz para colocação na sala.
domingo, 28 de Junho de 2009
Portaria

RBE
Professor bibliotecário
22 de Jun de 2009
A partir do ano lectivo de 2009-2010 a organização e gestão das bibliotecas escolares estará a cargo de professores bibliotecários a tempo inteiro que devem desenvolver estratégias e políticas que garantam a rentabilização de recursos e investimentos e a(s) coloquem ao serviço da escola, do processo formativo e das aprendizagens dos alunos.
Divulga-se o texto da portaria que aguarda publicação em Diário da República e que regula a designação de professores bibliotecários a partir do ano 2009-2010.
ver aqui
13 anos de Bibliotecas Escolares
Fórum RBE
Dia: 26 de Junho
Local: FIL - Parque das Nações - Lisboa
Participantes: Cerca de 1.500 - todos aqueles que trabalham directa ou indirectamente com as BE's
Primeiro momento: A Drª Teresa Calçada, a arquitecta RBE, abriu o Fórum fazendo uma retrospectiva dos treze anos de vida. A seguir Marçal Grilo, ministro em 1996 e depois a actual Ministra da Educação.
Segundo momento: Uma mesa redonda sobre o presente e o futuro das bibliotecas escolares, incluindo cinco vozes ligadas ao projecto: Carlos Pinheiro, professor coordenador de uma biblioteca escolar em Sintra; Elsa Conde, coordenadora interconcelhia vinda do Sul; Vera Silva, bibliotecária municipal do Seixal; Manuela Barreto Nunes, professora universitária e investigadora, vinda do Norte; e Ana Bela Martins, membro do Gabinete Coordenador da Rede.
Terceiro momento: Almoço + convivio + troca de ideias entre os participantes.
Quarto momento: António Firmino da Costa (professor do ISCTE, especialista em avaliação)apresentou as conclusões da avaliação externa sobre o programa da RBE. Fez, num trabalho apurado, a avaliação do programa e mostrou que vale a pena continuar a trabalhar e definiu 2009 como o início de uma nova fase para a Rede, para o papel essencial nas aprendizagens das bibliotecas escolares e dos seus profissionais.
Destacou três factores do sucesso da RBE:
1. a visão de 1996, que mantém actualidade;
2. a liderança, incluindo a acção determinante de Teresa Calçada ao longo dos 13 anos;
3. o suporte político-insititucional, indispensável, incluindo investimento financeiro (40 milhões de Euros em 13 anos).
José Luís Ramos, professor da Universidade de Évora, falou-nos sobre o Plano Tecnológico da Educação.
Isabel Alçada, Comissária do Plano Nacional de Leitura (PNL), e que coordenou o grupo que produziu em 1996 um Relatório oficial com recomendações para a criação do Programa. A escritora centrou o seu discurso focalizando a grande obreira do programa Teresa Calçada.
Quinto Momento:Comunicação de grande interesse sobre As práticas de leitura dos nativos digitais, por Daniel Cassany, da Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona.
Sexto momento: Vozes e instrumentos do Coro da Universidade de Lisboa.
Ecos do evento:
Diário de Notícias: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1277483Correio do Minho: http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=10166Jornal de Notícias http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1273756Público: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1388784&idCanal=58gentileza de http://casabiblo.blogspot.com/
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1388784&idCanal=58
Cerca de um milhão de alunos tem acesso
Mais de duas mil bibliotecas escolares em 13 anos
26.06.2009 - 07h44 Bárbara Wong
Há 13 anos, eram poucas as escolas com biblioteca no país: havia apenas 164 bibliotecas na Rede de Bibliotecas Escolares. Em 2009, os 2.º e 3.º ciclos estão totalmente cobertos, o secundário está acima dos 90 por cento e só o 1.º ciclo continua com um défice de bibliotecas, com cerca de 40 por cento de cobertura. Actualmente, são 900 no 1.º ciclo e 1163 nos ciclos seguintes. Cerca de um milhão de alunos tem acesso a bibliotecas escolares.
O mérito, diz um novo estudo de António Firmino da Costa, do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), deve-se muito à "coordenadora com elevada capacidade de liderança" e a "um corpo técnico relativamente reduzido, mas muito competente e motivado". A coordenadora é Maria Teresa Calçada, que está à frente do projecto desde o início.
Segundo o estudo, o objectivo nuclear do programa foi "largamente atingido", ou seja, dotar o país de uma rede de bibliotecas escolares. Este objectivo tem tido impactos "relevantes" na promoção da leitura e também na criação de bibliotecas modernas que, além dos livros, oferecem novos meios de literacia como os audiovisuais, informática e de informação.
Em 13 anos, foram investidos 40 milhões de euros na qualificação, remodelação e apetrechamento de bibliotecas escolares. Houve também investimento indirecto, "igualmente importante", por parte do Ministério da Educação e apoios de bibliotecas públicas e autarquias.
Os desafios que se propõe para o futuro são ampliar, diversificar e actualizar os fundos documentais e continuar a renovar instalações e equipamentos, sobretudo com novas tecnologias. O estudo propõe ainda o alargamento da formação de professores bibliotecários, bem como de outros profissionais das equipas das bibliotecas.
quarta-feira, 17 de Junho de 2009
lendo...

O livro “O Romance de Rita R.”, de Ana Saldanha, segundo Rita Baptista
Eu achei o livro: “O Romance de Rita R.” uma história muito engraçada e que me despertou alguma curiosidade.
Gostei logo do livro, mesmo por causa do título, pois eu também me chamo Rita e achei engraçado o facto de ler uma história que estava em meu nome.
O livro contém alguns e-mail’s que a Rita recebia dos seus amigos e familiares, receitas, o famoso romance, música e todas essas coisas.
Achei muito interessante explicarem, na própria história, como é que se escreve um romance, além de também conter coisas sobre a vida pessoal e não-pessoal das personagens da história.
Eu já tinha lido este livro, e agora voltei a lê-lo na aula de Ler +. Por muito mais que eu goste do livro acaba por ser um bocado “seca”. De resto gostei de tudo.
Este é um livro que eu recomendo a todos os que gostem de livros com uma história que contém várias coisas divertidas pelo meio. Recomendo-o sem quaisquer dúvidas!
Rita Baptista, n.º 16, 6.º A
Etiquetas:
Livros;O Romance de Rita R;Ler+;PNL
segunda-feira, 15 de Junho de 2009
BIBLIOTECA FORA D´HORAS COM o 7ºC
Pais e alunos do 7ºC juntaram-se na noite de 9 de Junho para lerem e ouvirem ler os filhos. Os alunos prepararam nas aulas de Ler+, com a professora Anabela Afonso, " O Gato e o Escuro" de Mia Couto e a professora adaptou 2 contos de Luisa Ducla Soares criando "O Filho". A Directora de Turma, professora Lucília Flor, supervisionou e tratou do evento. A biblioteca proporcionou o evento e foram horas de boa disposição. Com chá e bolinhos!
A repetir no próximo ano!
quinta-feira, 11 de Junho de 2009
13 anos da Rede de Bibliotecas Escolares
Depoimento da Coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares, Teresa Calçada, sobre os 13 anos de construção da Rede e a importância das bibliotecas escolares na sociedade da informação.
segunda-feira, 8 de Junho de 2009
HOME O Mundo é a nossa casa
A propósito do Dia do Ambiente, as professoras Sandrine Ginja e Elsa Oliveira dinamizaram uma palestra sobre o tema aos alunos do 5ºC e de seguida proporcionaram jogos interactivos sobre situações que colocam em causa o ambiente.
Acompanharam a turma na aula de área-projecto as professoras Celisa Duarte e Elvira Barata.
Nós gostamos!

Excelente documentário do realizador francês Yann Arthus-Bertrand !
HOME O Mundo é a nossa casa- constituído por paisagens aéreas do mundo inteiro e pretende sensibilizar a opinião pública mundial sobre a necessidade de alterar modos e hábitos de vida a fim de evitar uma catástrofe ecológica planetária.
http://www.youtube.com/watch?v=tCVqx2b-c7U
e ainda mais:
Home - O mundo é a nossa casa.
Site oficial do filme:
http://www.home-2009.com/us/index.html
Entrada oficial para o filme
http://www.youtube.com/homeprojectou
http://www.youtube.com/watch?v=jqxENMKaeCU
Neste link têm o filme em alta qualidade na versão inglesa com legendas em inglês
Nota: as legendas são activadas num botão em baixo à direita
Versão em português
http://www.youtube.com/watch?v=tCVqx2b-c7U
Por outro lado é interessante ver os "making of" por zonas do mundo
http://www.youtube.com/view_play_list?p=78C3829528837075
A música é de Armand Amar com a Orquestra Sifónica de Budapest, o Shanghai Percussion Ensemble e cantores de várias partes do mundo (da Mongólia ao Irão)
HOME - The music by Armand Amar
http://www.youtube.com/watch?v=CbZ-7WJCQKs
Podem ouvir excertos do CD em
http://www.emusic.com/album/Armand-Amar-Home-MP3-Download/11469093.html
Sobre o autor do documentário:
Yann Arthus-Bertrand realizou um conjunto de documentários TV e livros como "A terra vista do céu", "6.000 milhões de outros" e tem sido um activista contra a produção de CO2
HOME - The Adventure with Yann Arthus-Bertrand
http://www.youtube.com/watch?v=WQaB1PdsJ_s
Livros:
Podem ler as primeiras páginas do livro "La Grande Terre" -
http://www.goodplanet.org/en/spip.php?article50
(já todos devem ter visto a foto que vem na capa, "Coração de Voh" tirada na Nova Caledónia - http://en.wikipedia.org/wiki/Voh )
Fica aqui também o link para umas fichas do livro " A terra vista do céu"
A TERRA VISTA DO CÉU - http://dk.earthmatters.dk/files/documents/Portuguise.pdf
Podem conhecer mais projectos do autor em
http://en.wikipedia.org/wiki/Yann_Arthus-Bertrand
E fotos... http://www.yannarthusbertrand.org
E já agora um belo paradoxo ecologista na sua apresentação:
"Para vir aqui falar da protecção planeta gastei 9 toneladas de CO2. O que fazer?"
http://www.searchbeat.com/blog/environment/photograher-and-documentary-film-maker-yann-arthus-bertrand-presents-photographs-and-video-footage-of-his-work/
Entretanto alguns documentos no site da organização a que pertence
http://www.goodplanet.org/en/
... e que tem feito campanhas com cartazes nas escolas francesas
http://www.ledeveloppementdurable.fr/
domingo, 7 de Junho de 2009
0 7ªA a Ler +
Os alunos do 7ºA fizeram uma leitura dramatizada de "Os Dez Anõezinhos da Tia Verde Água" para os alunos do 4º ano.
A actividade, integrada no Ler+, teve a presença de jornalistas do Projecto Educação para os Media.
Durante esta semana sairá o jornal desta turma, totalmente feito por alunos com recurso aos materiais fornecidos pelo Projecto Educação para os Media e que a professora Cecília Mendes utilizou nas aulas de Ler+, Língua Portuguesa e ÁRea Projecto.
Parabéns!
A actividade, integrada no Ler+, teve a presença de jornalistas do Projecto Educação para os Media.
Durante esta semana sairá o jornal desta turma, totalmente feito por alunos com recurso aos materiais fornecidos pelo Projecto Educação para os Media e que a professora Cecília Mendes utilizou nas aulas de Ler+, Língua Portuguesa e ÁRea Projecto.
Parabéns!
Actividade inter-ciclos: Oficina de artes com o 7ºC e o 4º ano
De manhã, os alunos do 7º C receberam os alunos do 4º ano na aula de Oficina de Artes e Ofícios. Tratava-se de aprenderem as técnicas do origami e fazer dobragens de animais da história da Hora do Conto.
Tivemos a preciosa ajuda das professoras que habitualmente colaboram na Hora do Conto e da professora Cecília. Foi instrutivo este exercício de paciência e destreza manual.
Nós gostamos, professora Cecília!
Tivemos a preciosa ajuda das professoras que habitualmente colaboram na Hora do Conto e da professora Cecília. Foi instrutivo este exercício de paciência e destreza manual.
Nós gostamos, professora Cecília!
Alunos do 4º ano na BECRE
No dia 4 de JUnho os alunos finalistas da EB1 de Idanha estiveram numa actividade interciclos na nossa biblioteca.
Momentos da hora do conto,com a A professora São Machado a contar a história "A Arca de Não é".
Momentos da hora do conto,com a A professora São Machado a contar a história "A Arca de Não é".
terça-feira, 2 de Junho de 2009
Proximamente...
4 de Junho - Hora do Conto - 7ºA para o 4º ano de Idanha
Biblioteca Fora d´Horas - 9 de Junho, às 20h30, pais e alunos do 7ºC
18 de Junho - Hora do Conto - 7ºA para o 4º ano de Idanha
Biblioteca Fora d´Horas - 9 de Junho, às 20h30, pais e alunos do 7ºC
18 de Junho - Hora do Conto - 7ºA para o 4º ano de Idanha
A arca de Não é - Ler+ com o 7ºA e o PNEP em Penha Garcia
Os alunos do 7ºA retribuiram a visita aos aunos da EB 1 de Penha Garcia. Depois de visitarmos a aldeia museu e de um fantástico almoço no Centro de Dia, houve leituras e trabalho partilhado: foi a hora do PNEP partilhar connosco a exploração da obra "A Arca de Não é" e de um momento musical: O Carnaval dos Animais.
Os alunos de adequações curriculares estiveram connosco e registaram no velho quadro da escola as suas opiniões.
O dia foi fantástico!
Veja aqui também!
Os alunos de adequações curriculares estiveram connosco e registaram no velho quadro da escola as suas opiniões.
O dia foi fantástico!
Veja aqui também!
segunda-feira, 1 de Junho de 2009
vídeo-livro" O Rapaz que comia livros"
O Público tem um link para um vídeo livro engraçado.>http://static.publico.clix.pt/fotogalerias/letrapequena/IncrivelRapazQueComiaLivros.aspx
Com o Firefox, este endereço pode ser-te útil:http://www.downloadhelper.net/ é uma plug in para o firefox, que permite descarregar videos de muitos locais na web.
Com o Firefox, este endereço pode ser-te útil:http://www.downloadhelper.net/ é uma plug in para o firefox, que permite descarregar videos de muitos locais na web.
Curta Metragem "Era Uma Vez na Biblioteca"
Por agora ainda apenas o trailer de "Era Uma Vez na Biblioteca", uma produção da Bolando Filmes que vai estrear no Brasil em Julho, em Boucatu e em Agosto, na cidade de Curitiba.
Para ver em alta qualidade:http://www.youtube.com/watch?v=hSnLHPxnMX0
Para ver em alta qualidade:http://www.youtube.com/watch?v=hSnLHPxnMX0
sexta-feira, 29 de Maio de 2009
Reportagem
Texto sobre palestra, da Rita (6ºA) e da Eduarda (6ºC).
A palestra com Joaquim Furtado [sobre “A Guerra em África: 1961-9174”]
No dia 29 de Maio de 2009, o jornalista e autor do documentário “A Guerra” [RTP1]****, Joaquim Furtado, foi à escola EB 2,3/S José Silvestre Ribeiro* que fica em Idanha-a-Nova. O jornalista deu duas sessões, a primeira para os nonos anos e secundário e a segunda foi para os sextos, mas houve uma turma do oitavo ano que acabou por assistir. As palestras foram sobre a “Guerra Colonial”****. A palestra foi organizada pelo professor Luís Norberto Lourenço (professor de História e Geografia de Portugal) e assistiram também as professoras Elisabete Cristóvão e Helena Lopes.
Eu assisti à segunda sessão. Nesta sessão estavam duas testemunhas da guerra: um antigo militar (combatente português na Guiné-Bissau) e um civil, a D. Ana Paula que foi vítima da guerra, em Angola.
Pelo que alguns alunos do 9.º A dizem, houve uma aluna, a Ana Rita Gil, que deu o seu testemunho, porque o seu tio morreu naquela guerra.
O jornalista começou por perguntar o que é que os alunos sabiam sobre a guerra. Alguns responderam, outros não. Depois o Joaquim Furtado fez uma pergunta à qual iria responder e começar a história, a pergunta foi: “Porque é que a guerra começou?”. Começou a dar o seu testemunho e quando acabou de contar o que sabia houve um militar que contou o que realmente se tinha passado. Contou sobre o quanto sofriam os militares e as outras pessoas, que havia muita gente que era obrigada a ir para a guerra.
Depois tivemos o testemunho de uma senhora [Ana Paula] que perdeu a mãe na guerra. Os militares [guerrilheiros da UPA/FNLA]* entraram-lhe pela casa dentro e deram um tiro na mãe. (Notava-se que ainda não tinha recuperado muito).
E foi basicamente isto que se passou.
Eu gostei da palestra e achei interessante, aprendi algumas coisas (muitas).
Por: Eduarda Mateus, n.º 5, 6.º C
Na passada sexta-feira (dia 29 de Maio), veio à escola para dar uma palestra sobre a guerra colonial um jornalista [da RTP] chamado Joaquim Furtado (pai da famosa Catarina Furtado).
Estarão certamente a pensar porque foi este o jornalista escolhido para falar abertamente sobre este assunto e, eu dou-vos a resposta: este jornalista escreveu um documentário e já fez muitas entrevistas sobre este tema e aceitou o convite que a nossa escola lhe propôs.
Além deste senhor, vieram mais pessoas para testemunhar a sua presença nesta guerra. Entre todas elas (as testemunhas), houve uma que me chamou mais a atenção. Foi uma senhora que nos contou como ela viveu a guerra quando tinha apenas 4 anos. Contou-nos que um certo dia, uns homens [guerrilheiros da UPA/FNLA] entraram-lhe em casa, mataram-lhe mãe e raptaram-na a ela e à sua irmã. Esses homens trataram delas e quando chegou a altura, libertaram-nas.
Uma outra história que também foi bastante interessante foi a dum senhor que nos contou como foi viver a guerra sendo-se soldado a combater na Guiné.
O tema desta palestra foi a guerra colonial, como já referi, por isso, falámos de todos os assuntos que estavam relacionados com este tema, como por exemplo, quem começou a guerra, como acabou…
Uma coisa que não posso deixar de referir é que todos os jovens, quando completassem 18 anos, eram obrigados a ir combater para a guerra.
Para finalizar este texto, falta-me referir que esta guerra começou em 1961 e acabou em 1974, ou seja, durou 13 anos, o que foi um grande sofrimento para todas as populações que tinham família a combater em África.
Espero que tenham gostado do texto, e até para a próxima!
Por: Rita Baptista, n.º 16, 6.º A
Sugestão de hiperligações:
***http://pt.wikipedia.org/wiki/Frente_Nacional_de_Libertação_de_Angola
****http://tv1.rtp.pt/noticias/?article=162903&visual=3&layout=10
**http://www.guerracolonial.org
A palestra com Joaquim Furtado [sobre “A Guerra em África: 1961-9174”]
No dia 29 de Maio de 2009, o jornalista e autor do documentário “A Guerra” [RTP1]****, Joaquim Furtado, foi à escola EB 2,3/S José Silvestre Ribeiro* que fica em Idanha-a-Nova. O jornalista deu duas sessões, a primeira para os nonos anos e secundário e a segunda foi para os sextos, mas houve uma turma do oitavo ano que acabou por assistir. As palestras foram sobre a “Guerra Colonial”****. A palestra foi organizada pelo professor Luís Norberto Lourenço (professor de História e Geografia de Portugal) e assistiram também as professoras Elisabete Cristóvão e Helena Lopes.
Eu assisti à segunda sessão. Nesta sessão estavam duas testemunhas da guerra: um antigo militar (combatente português na Guiné-Bissau) e um civil, a D. Ana Paula que foi vítima da guerra, em Angola.
Pelo que alguns alunos do 9.º A dizem, houve uma aluna, a Ana Rita Gil, que deu o seu testemunho, porque o seu tio morreu naquela guerra.
O jornalista começou por perguntar o que é que os alunos sabiam sobre a guerra. Alguns responderam, outros não. Depois o Joaquim Furtado fez uma pergunta à qual iria responder e começar a história, a pergunta foi: “Porque é que a guerra começou?”. Começou a dar o seu testemunho e quando acabou de contar o que sabia houve um militar que contou o que realmente se tinha passado. Contou sobre o quanto sofriam os militares e as outras pessoas, que havia muita gente que era obrigada a ir para a guerra.
Depois tivemos o testemunho de uma senhora [Ana Paula] que perdeu a mãe na guerra. Os militares [guerrilheiros da UPA/FNLA]* entraram-lhe pela casa dentro e deram um tiro na mãe. (Notava-se que ainda não tinha recuperado muito).
E foi basicamente isto que se passou.
Eu gostei da palestra e achei interessante, aprendi algumas coisas (muitas).
Por: Eduarda Mateus, n.º 5, 6.º C
Na passada sexta-feira (dia 29 de Maio), veio à escola para dar uma palestra sobre a guerra colonial um jornalista [da RTP] chamado Joaquim Furtado (pai da famosa Catarina Furtado).
Estarão certamente a pensar porque foi este o jornalista escolhido para falar abertamente sobre este assunto e, eu dou-vos a resposta: este jornalista escreveu um documentário e já fez muitas entrevistas sobre este tema e aceitou o convite que a nossa escola lhe propôs.
Além deste senhor, vieram mais pessoas para testemunhar a sua presença nesta guerra. Entre todas elas (as testemunhas), houve uma que me chamou mais a atenção. Foi uma senhora que nos contou como ela viveu a guerra quando tinha apenas 4 anos. Contou-nos que um certo dia, uns homens [guerrilheiros da UPA/FNLA] entraram-lhe em casa, mataram-lhe mãe e raptaram-na a ela e à sua irmã. Esses homens trataram delas e quando chegou a altura, libertaram-nas.
Uma outra história que também foi bastante interessante foi a dum senhor que nos contou como foi viver a guerra sendo-se soldado a combater na Guiné.
O tema desta palestra foi a guerra colonial, como já referi, por isso, falámos de todos os assuntos que estavam relacionados com este tema, como por exemplo, quem começou a guerra, como acabou…
Uma coisa que não posso deixar de referir é que todos os jovens, quando completassem 18 anos, eram obrigados a ir combater para a guerra.
Para finalizar este texto, falta-me referir que esta guerra começou em 1961 e acabou em 1974, ou seja, durou 13 anos, o que foi um grande sofrimento para todas as populações que tinham família a combater em África.
Espero que tenham gostado do texto, e até para a próxima!
Por: Rita Baptista, n.º 16, 6.º A
Sugestão de hiperligações:
***http://pt.wikipedia.org/wiki/Frente_Nacional_de_Libertação_de_Angola
****http://tv1.rtp.pt/noticias/?article=162903&visual=3&layout=10
**http://www.guerracolonial.org
Iniciativa da escola sobre a Guerra em África é notícia
Jornal "Diário XXI" de hoje destaca na capa as actividades da nossa escola sobre "A Guerra em África (1961-1974)".
Transcrevemos a notícia:
P.S.
A "Gazeta do Interior" e a "Reconquista" também divulgaram a iniciativa.
Ver: http://crejsr.blogspot.com/2009/05/guerra-em-africa-1961-1974-proposta-de.html
Transcrevemos a notícia:
Escola de Idanha-a-Nova recebe iniciativa
Joaquim Furtado fala da Guerra em África
A Escola EB 2,3/S José Silvestre Ribeiro, de Idanha-a-Nova, em parceria com a Biblioteca Municipal, está a promover iniciativas em torno do tema 'A Guerra em África (1961-1974)', Um dos destaques do programa está marcado para amanhã, dia em que o estabelecimento de ensino recebe uma palestra com Joaquim Furtado, jornalista da RTP, e com alguns testemunhos de familiares de alunos que viveram ou combateram em África durante este período. A sessão irá decorrer a partir das 14h50.
Entretanto, estão já patentes duas exposições na Biblioteca Municipal de Idanha-a-Nova que mostram trabalhos de alunos e documentos relacionados com o tema da guerra colonial.
A ideia do ciclo partiu de Luís Norberto Lourenço, professor neste estabelecimento de ensino, explicando que a iniciativa surgiu porque 'no 6º, 9º e 12º anos de escolaridade, os alunos abordam este tema', 'Daí o debate e as outras actividades paralelas', acrescenta. Para o docente 'tudo importa no sentido de compreender e debater, afinal, foram 13 anos de guerra, 149.090 efectivos mobilizados, com 8.803 mortos e milhares de feridos', destaca.
A Biblioteca recebe exposições
DR
P.S.
A "Gazeta do Interior" e a "Reconquista" também divulgaram a iniciativa.
Ver: http://crejsr.blogspot.com/2009/05/guerra-em-africa-1961-1974-proposta-de.html
quinta-feira, 21 de Maio de 2009
Hora do Conto
A equipa da BE/PNEP esteve nas escolas do Rosmaninhal.
Objectivo: promover a leitura e aliciar novos leitores.
Nós gostamos e, pelas fotos, os meninos também!
Objectivo: promover a leitura e aliciar novos leitores.
Nós gostamos e, pelas fotos, os meninos também!
quarta-feira, 20 de Maio de 2009
Hora do Conto - O Patinho Feio
O Patinho Feio tem sido a história contada com recursos aos fantoches, executados pela equipa de Actividades de Enriquecimento Curricular do 1º ciclo de Idanha.
A história tem sido contada pelas professoras da equipa da BE/PNEP e de seguida é recontada por turmas de alunos mais crescidos a alunos mais pequeninos. Juntou-se a nós a professora Cecília e a sua Oficina de Artes: aprendemos origami e fizemos os animais da história.
Em Junho, a BE vai receber os alunos dos 4º e 2º anos de Idanha.Virão conhecer as nossas instalações e participar numa actividade interciclos. A anfitriã será a turma A do 7º ano!
Outra iniciativa do PNEP a Ler+!
Prova de LP de 4ºano

No exame de aferição do 4º ano de 2009 a capacidade de utilização de uma biblioteca estava presente na questão 9, acompanhando uma fábula em que a biblioteca era um dos elementos.
A conversa tomara, afinal, o rumo inverso do que a cegonha pretendia. Tanto quisera deslumbrar a tartaruga com os seus conhecimentos e acabara fazendo uma triste figura. A outra sabia muito mais do que ela! Isso irritava-a, mas também a enchia de curiosidade. Como é que, sem sair de casa, uma pessoa podia estar tão bem informada? Não resistiu a perguntar. A tartaruga riu-se.– Como é que eu estou bem informada? É muito simples, cara amiga…– Então explica.– Não explico. Vem comigo e verás com os teus próprios olhos. Segue-me!Lá foram então as duas, uma pela água e outra pelo ar. Depressa chegaram ao destino.Uma gruta simpática, coberta de algas por fora e muito bem arranjada por dentro. Areia fofa, conchas, búzios e livros. Livros a não acabar mais! Uns de capa dura, outros de capa mole, com desenhos maravilhosos ou quase sem desenhos nenhuns, pequenos, médios, grandes, finos, grossos, delicados, resistentes, mínimos e descomunais!– O segredo está aqui, na minha biblioteca. Não me desloco, mas viajo pelos caminhos da leitura. Só preciso de óculos, de curiosidade e de imaginação!
Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, Três Fábulas, Lisboa, Caminho, 2007
Provas de Aferição (com soluções!): http://www.gave.min-edu.pt/np3/7.html
ver a imagem
terça-feira, 19 de Maio de 2009
segunda-feira, 18 de Maio de 2009
A Guerra em África (1961-1974): proposta de actividades
“A Guerra em África (1961-1974)”*
Actividades promovidas pela Escola:
- Palestra sobre “A Guerra em África (1961-1974)”, com Joaquim Furtado (jornalista da RTP; autor do documentário “A Guerra”), com testemunhos sobre o tema, de familiares de alunos que viveram ou combateram em África durante este período – 29 de Maio de 2009 – Escola EB 2,3/S José Silvestre Ribeiro de Idanha-a-Nova, Sala 3ª, das 13h55/14h40 (9.º ano e Secundário) e das 14h50/15h35 (6º ano)
- Exposição Documental “A Guerra em África (1961-1974)” – 18 a 29 de Maio de 2009 – Biblioteca Municipal de Idanha-a-Nova

- Mostra Documental “A Guerra em África (1961-1974)” – 25 a 29 de Maio de 2009 – Biblioteca da EB 2,3/S José Silvestre Ribeiro de Idanha-a-Nova

- Exposição de Trabalhos de Alunos “A Guerra em África (1961-1974)”– 18 a 29 de Maio de 2009 – Biblioteca Municipal de Idanha-a-Nova

Coordenação:
Prof. Luís Norberto Lourenço
Apoio:
*Capítulo da nossa História conhecido por diversos nomes: "Guerra Colonial Portuguesa", "Guerra do Ultramar", "Guerra de Libertação", "Guerra da Independência", "Guerra em África"... optamos por uma das designações academicamente aceites e pelo termo mais neutral.
segunda-feira, 11 de Maio de 2009
O escritor António Jacinto Pascoal concede entrevista aos alunos do 6.º A
Foto de AJP.António Jacinto Rebelo Pascoal (n. 1967, Coimbra).
Licenciado em Literaturas Modernas e Mestre em Literaturas e Culturas Africanas de Língua Portuguesa, pela Universidade de Coimbra. Estreou-se em 1991, com Pátria ou Amor (Prémio da Associação Académica de Coimbra, com prefácio de Agustina Bessa-Luís). Surge editado em variadíssimas antologias poéticas. É professor, dedica-se também à fotografia, à escrita, especialmente à poesia e com colaboração regular em vários jornais e revistas. Actualmente, vive em Arronches.
Publicações: Poesia – Os Dias Reunidos (1998; Prémio Nacional Guerra Junqueiro); A Contratempo (2000); Terceiro Livro (2003; Prémio Nacional Guerra Junqueiro); No Meio do Mundo (2005); As Palavras da Tribo (2005; obra distinguida pelo IPLB e Ministério da Cultura); Cello Concerto (2006). Tradução – O Canto de Todos, Antologia Poética de Violeta Parra ([Chile]; com Prefácio, Advertência, biografia, e notas, 2004). Organização – Poemas do Índico, de Jall Hussein. (2004; com prefácio e anotações); As Mulheres Visíveis, Antologia de Poemas Sobre Mulheres (VVAA) (2005; com prefácio e anotações). Pronto para publicação: Nicolás Guillén e José Craveirinha: (Uni)versos Simultâneos (ensaio); A Granada e a Rosa (poesia); Ethos (poesia); O Lugar Incerto da Besta (poesia); Dos Acasos (Poesia); A Última Condição (romance).
Publicações: Poesia – Os Dias Reunidos (1998; Prémio Nacional Guerra Junqueiro); A Contratempo (2000); Terceiro Livro (2003; Prémio Nacional Guerra Junqueiro); No Meio do Mundo (2005); As Palavras da Tribo (2005; obra distinguida pelo IPLB e Ministério da Cultura); Cello Concerto (2006). Tradução – O Canto de Todos, Antologia Poética de Violeta Parra ([Chile]; com Prefácio, Advertência, biografia, e notas, 2004). Organização – Poemas do Índico, de Jall Hussein. (2004; com prefácio e anotações); As Mulheres Visíveis, Antologia de Poemas Sobre Mulheres (VVAA) (2005; com prefácio e anotações). Pronto para publicação: Nicolás Guillén e José Craveirinha: (Uni)versos Simultâneos (ensaio); A Granada e a Rosa (poesia); Ethos (poesia); O Lugar Incerto da Besta (poesia); Dos Acasos (Poesia); A Última Condição (romance).
Entrevista realizada por escrito (via correio electrónico) pelos alunos do 6º A, da EB 2,3/S José Silvestre Ribeiro de Idanha-a-Nova, sob orientação do professor Luís Norberto Lourenço, ao escritor António Jacinto Pascoal, sobre o seu livro “As mulheres visíveis”, realizada no âmbito de actividades de “Ler Mais”:
Qual era o seu maior sonho enquanto criança?
Julgo que nunca tive nenhum, exactamente por ser criança e viver apenas «esse» tempo. Só mais tarde, na adolescência, é que pensei que poderia ser pintor.
O que o levou a escrever o livro “As mulheres visíveis”?
Este livro surgiu por inerência de factos que me «obrigavam» a falar da invisibilidade, dos desfavorecidos, dos que lutam e de certos sectores da sociedade que continuam a ser altamente lesados. A emancipação das mulheres é uma dessas questões, naturalmente.
Em que pensou quando escrevia “As mulheres visíveis”?
Em ninguém. Eu não escrevi o livro: limitei-me a ler e coligir aquilo que os outros escreveram. O que escrevi foi apenas um poema (o último), para além do prefácio que o justifica.
Ficou muito emocionado quando escrevia “As mulheres visíveis”?
Fica-se sempre emocionado com os bons poemas dos outros. Aliás, o livro é um conjunto de bons poemas. Mas a maior emoção foi vê-lo editado, como produto pronto a ser lido.
Quantos anos tinha quando escreveu “As mulheres visíveis”?
É uma questão de fazer contas. Nasci em 1967. Façam as contas. Mas já era pessoa para ter juízo.
A quem dedica os livros que escreve?
Geralmente as pessoas de família ou a amigos. Não gosto de dedicar livros a poetas ou escritores que nunca conheci, embora reconheça que essa tentação pedante me assalte.
Qual o seu tema favorito para escrever?
Os velhos e sempre actuais temas universais: o tempo (e a sua fugacidade), a morte, a vida, o amor, a justiça.
Por que é que escolheu essa imagem duma mulher nua para capa de “As mulheres visíveis”?
A capa reproduz um quadro de Piero di Cosimo, que faz parte do período áureo da pintura, que é o Renascimento. Para além da beleza universal desta imagem, interessa-me a analogia que se consegue entre a visibilidade do título e a nudez do modelo, para além do que está associado à cobra que contorna o pescoço da mulher e lhe atribui uma tonalidade trágica.
Este livro surgiu por inerência de factos que me «obrigavam» a falar da invisibilidade, dos desfavorecidos, dos que lutam e de certos sectores da sociedade que continuam a ser altamente lesados. A emancipação das mulheres é uma dessas questões, naturalmente.
Em que pensou quando escrevia “As mulheres visíveis”?
Em ninguém. Eu não escrevi o livro: limitei-me a ler e coligir aquilo que os outros escreveram. O que escrevi foi apenas um poema (o último), para além do prefácio que o justifica.
Ficou muito emocionado quando escrevia “As mulheres visíveis”?
Fica-se sempre emocionado com os bons poemas dos outros. Aliás, o livro é um conjunto de bons poemas. Mas a maior emoção foi vê-lo editado, como produto pronto a ser lido.
Quantos anos tinha quando escreveu “As mulheres visíveis”?
É uma questão de fazer contas. Nasci em 1967. Façam as contas. Mas já era pessoa para ter juízo.
A quem dedica os livros que escreve?
Geralmente as pessoas de família ou a amigos. Não gosto de dedicar livros a poetas ou escritores que nunca conheci, embora reconheça que essa tentação pedante me assalte.
Qual o seu tema favorito para escrever?
Os velhos e sempre actuais temas universais: o tempo (e a sua fugacidade), a morte, a vida, o amor, a justiça.
Por que é que escolheu essa imagem duma mulher nua para capa de “As mulheres visíveis”?
A capa reproduz um quadro de Piero di Cosimo, que faz parte do período áureo da pintura, que é o Renascimento. Para além da beleza universal desta imagem, interessa-me a analogia que se consegue entre a visibilidade do título e a nudez do modelo, para além do que está associado à cobra que contorna o pescoço da mulher e lhe atribui uma tonalidade trágica.
Por que é que o livro “As mulheres visíveis” é em poesia e não em prosa?
Porque é em poesia. Bom, agora a sério: a poesia é mais fácil de coligir e mais fácil de captar, em breves relances.
Por que é que fala de mulheres visíveis e não invisíveis?
Para falar das invisíveis teria de saber delas. No fundo seria como falar de tudo o que não aparece ou não se conhece. E nesse caso poderia falar também de homens. De toda essa gente que, no anonimato, faz girar o mundo.
Adorei a ideia do livro ser dedicado às mulheres. Por que é que decidiu escrever o livro de poesia sobre mulheres e não sobre os dois sexos?
Porque é necessário falar das mulheres. È imperioso falar delas. A sociedade em que vivemos, ainda que em franca mudança, está cheia de resquícios de marialvismo e machismo.
Apesar das perguntas feitas anteriormente, até gosto dos poemas, pois o seu livro é interessante e acho que os poemas não têm nada a ver com o título nem com a capa.
Talvez não se perceba bem. O título refere-se àquelas mulheres que a história tornou conhecidas, por diversos factores, melhores ou piores. Trata-se, pois, das mulheres que conseguiram, mais ou menos, fugir ao anonimato.
E agora, está a pensar ou até mesmo a escrever um livro?
Estou quase sempre a escrever novos livros, porque é raro o período em que um poema não surja. Pelo que, juntando-os, dará origem a novo livro. Depois desse, já foram editados vários.
Gosta mais de escrever livros de poesia ou de prosa?
A poesia é como o ar que respiro, portanto é-me mais fácil. A prosa é uma grande tentação. Já escrevi um romance, mas não o considero suficientemente bom para publicar. Se me perguntarem o que preferia, diria que teria mais satisfação em ter escrito boa prosa.
Dos livros que escreveu, qual é o seu favorito?
O que está por escrever. Bom, há de facto um livro, ainda não editado, que julgo ser o meu melhor. Tem um título esquisito: «Asken Afaria».
Das profissões [ocupações] que desenvolve agora, qual foi a que iniciou primeiro?
Só tenho a profissão de professor. Não sei fazer mais nada. A escrita é uma brincadeira que levo a sério.
Há quantos anos é professor?
17
Por que é que fala de mulheres visíveis e não invisíveis?
Para falar das invisíveis teria de saber delas. No fundo seria como falar de tudo o que não aparece ou não se conhece. E nesse caso poderia falar também de homens. De toda essa gente que, no anonimato, faz girar o mundo.
Adorei a ideia do livro ser dedicado às mulheres. Por que é que decidiu escrever o livro de poesia sobre mulheres e não sobre os dois sexos?
Porque é necessário falar das mulheres. È imperioso falar delas. A sociedade em que vivemos, ainda que em franca mudança, está cheia de resquícios de marialvismo e machismo.
Apesar das perguntas feitas anteriormente, até gosto dos poemas, pois o seu livro é interessante e acho que os poemas não têm nada a ver com o título nem com a capa.
Talvez não se perceba bem. O título refere-se àquelas mulheres que a história tornou conhecidas, por diversos factores, melhores ou piores. Trata-se, pois, das mulheres que conseguiram, mais ou menos, fugir ao anonimato.
E agora, está a pensar ou até mesmo a escrever um livro?
Estou quase sempre a escrever novos livros, porque é raro o período em que um poema não surja. Pelo que, juntando-os, dará origem a novo livro. Depois desse, já foram editados vários.
Gosta mais de escrever livros de poesia ou de prosa?
A poesia é como o ar que respiro, portanto é-me mais fácil. A prosa é uma grande tentação. Já escrevi um romance, mas não o considero suficientemente bom para publicar. Se me perguntarem o que preferia, diria que teria mais satisfação em ter escrito boa prosa.
Dos livros que escreveu, qual é o seu favorito?
O que está por escrever. Bom, há de facto um livro, ainda não editado, que julgo ser o meu melhor. Tem um título esquisito: «Asken Afaria».
Das profissões [ocupações] que desenvolve agora, qual foi a que iniciou primeiro?
Só tenho a profissão de professor. Não sei fazer mais nada. A escrita é uma brincadeira que levo a sério.
Há quantos anos é professor?
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Por que é que decide ser poeta?
Não se decide. Os poemas é que decidem por nós.
Por que é que quis ser professor?
Eu não quis. A realidade é que se me impôs. Preferia ser outra coisa.
Por que é que quis ser fotógrafo?
Gosto de olhar para as coisas. Sou muito contemplativo. Por vezes, acho que consigo ver até a «preto-e-branco». Habituei-me a olhar e a ver, mesmo sem compreender. Mas a fotografia ajuda-me a perceber melhor as coisas.
Agora, uma pergunta mais pessoal: já sei que tem três filhas. Costuma passar muito tempo com elas, mesmo tendo tantas ocupações?
Tento passar o tempo possível. Não há tempo que chegue para estar com elas. Todo o tempo é escasso, e o problema é que elas não voltam a ser o que são. É evidente que os ministros e deputados têm de rever o sistema, sobretudo no que diz respeito às questões do trabalho, pois a família começa ser invariavelmente prejudicada.
Que profissão queria que as suas filhas tivessem?
Elas é que têm de querer. A mim só me cabe orientar em certas direcções.
Tento passar o tempo possível. Não há tempo que chegue para estar com elas. Todo o tempo é escasso, e o problema é que elas não voltam a ser o que são. É evidente que os ministros e deputados têm de rever o sistema, sobretudo no que diz respeito às questões do trabalho, pois a família começa ser invariavelmente prejudicada.
Que profissão queria que as suas filhas tivessem?
Elas é que têm de querer. A mim só me cabe orientar em certas direcções.
Por que é que quis três ter filhas?
Ninguém escolhe o número de filhos, a não ser que o pense muito seriamente. Poderiam ter sido quatro, ou duas. Ou dois. O número é irrelevante. Aconteceu serem três. E filhas. Foi uma sorte.
Além de ter jeito para as quatro profissões [ocupações] que desenvolve, tem jeito para mais alguma actividade, por exemplo: dançar ou cantar?
Ninguém escolhe o número de filhos, a não ser que o pense muito seriamente. Poderiam ter sido quatro, ou duas. Ou dois. O número é irrelevante. Aconteceu serem três. E filhas. Foi uma sorte.
Além de ter jeito para as quatro profissões [ocupações] que desenvolve, tem jeito para mais alguma actividade, por exemplo: dançar ou cantar?
Ainda não percebi essa das quatro profissões. De resto e citando Assis Pacheco, tenho jeito para fazer versos, ou seja, nada.
terça-feira, 5 de Maio de 2009
Dia da Mãe
3 de Maio de 2009

Maternidade de Almada Negreiros, Pablo Picasso e Pietá de Michelangelo serviram de mote para, mais uma vez, recordar o Dia da Mãe.
Marcadores com textos alusivos à Mãe, em Português, Francês e Inglês; poemas de Eugénio de Andrade, Fernando Pessoa e Kalungano deram maior sentido à mensagem transmitida na nossa escola em homenagem a todas as Mães do Mundo.
quinta-feira, 30 de Abril de 2009
O 25 de Abril na nossa região
Sabes o que se passou na nossa região, no dia 25 de Abril de 1974?
Este número 10, datado de 1999, da revista "Raia" (Castelo Branco), destaca o 25 de Abril na Beira Interior.Podes consultar este número na Biblioteca Municipal de Idanha-a-Nova.
Guerra em África (1961-1974)
Mais sobre a:
Guerra Colonial (Portuguesa)
Guerra do Ultramar
Guerra da Libertação
Guerra da Independência
Guerra em África
(1961-1974)
(expressões sinónimas para designar o mesmo acontecimento)
Na Biblioteca Nacional de Portugal:
http://porbase.bnportugal.pt/ipac20/ipac.jsp?session=124KK8C827326.443646&profile=porbase&uri=link=3100026~!284466~!3100024~!3100022&aspect=basic_search&menu=search&ri=1&source=~!bnp&term=Guerra+Colonial+Portuguesa%2C+1961-1974&index=SUBJECT#focus (copiar ligação e dar Enter)
Apenas alguns títulos:
- Capitão de Abril : histórias da guerra do ultramar e do 25 de Abril : depoimentos / Salgueiro Maia ; pref. Vasco Lourenço
- A guerra de África : 1961-1974 / José Freire Antunes
- Colonialismo e lutas de libertação : 7 cadernos sobre a guerra colonial / ed. António Melo... [et al.]. Lisboa : Afrontamento,. 1974.
[existe também na Biblioteca da Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova (ESGIN)]
Na Biblioteca da Escola nossa escola:- Portugal contemporâneo / dir. António Reis, das Publicações Alfa
(Ver Volume 6)
(ver os volumes: "Estado Novo II" e "Vinte e Cinco de Abril")
Quem foi D. Nuno Álvares Pereira?
Podes consultar as obras e visitar mostra bibliográfica "Na Canonização de D. Nuno Álvares Pereira", de 24 de Abril a 13 de Maio de 2009, na Biblioteca Nacional de Portugal (Campo Grande, N.º 83, emLisboa).
A entrada é livre!
Obras digitalizadas na Biblioteca Nacvional Digital:
Coronica do Condestabre (1526)
Coronica do Condeestabre (1554)
O Cond'estabre de Portugal (1610)
Chronica do Condestabre (1623)
V. Serv. Dei Comes (Óleo sobre tela, 16--?)
[Nuno Álvares Pereira] (Óleo sobre tela, 16--?)
Vida de D. Nuno Álvares Pereyra (1723)
Chronica do Condestabre (1911)
Vida do beato Nuno Alvarez Pereira (1919)
A Biblioteca Nacional de Portugal evoca D. Nuno Álvares Pereira – S. Nuno de Santa Maria para a Igreja Católica –, com uma mostra biblio-iconográfica por ocasião da cerimónia da sua canonização, que se realiza no Vaticano, a 26 de Abril.
Etiquetas:
bibliografia,
BN,
D. Nuno Álvares Pereira,
S. Nuno de Santa Maria
quarta-feira, 22 de Abril de 2009
Dia do Livro
“Ver muito e ler muito aviva o engenho do homem.”
Miguel Cervantes, poeta espanhol falecido em 23 de Abril de 1616
“Entrei numa livraria. Pus-me a contar os livros que há para ler e os anos que terei de vida. Não chegam, não duro nem para metade da livraria. Deve certamente haver outras maneiras de se salvar uma pessoa, senão estou perdido.”
Almada Negreiros
«Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de livraria.»
Jorge Luís Borges
Miguel Cervantes, poeta espanhol falecido em 23 de Abril de 1616
“Entrei numa livraria. Pus-me a contar os livros que há para ler e os anos que terei de vida. Não chegam, não duro nem para metade da livraria. Deve certamente haver outras maneiras de se salvar uma pessoa, senão estou perdido.”
Almada Negreiros
«Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de livraria.»
Jorge Luís Borges
segunda-feira, 20 de Abril de 2009
Livros sobre o 25 de Abril
O 25 de Abril contado ás crianças e aos outros
José Jorge Letria
L.A: e Cª no meio da revolução
Maria Mata
O tesouro
Manuel António Pina
Vinte e zinco
Mia Couto
Vinte e cinco a sete vozes
Alice Vieira
Romance do 25 de Abril
José Pedro Mésseder
25 de Abril
Ana Mª Magalhães e Isabel Alçada
O rapaz da bicicleta azul
Álvaro Magalhães
Abril 30 anos 30 poemas
Org. por José Fanha e José Jorge Letria
Salgueiro Maia – o homem do tanque da liberdade
José Jorge Letria
Liberdade o que é?
José Jorge Letria
História de uma flor
Matilde rosa Araújo
A liberdade explicada às crianças
Jean-Luc Moreau
25 de Abril – Revolução dos cravos
Paula Cardoso Almeida
A fábula dos feijões cinzentos
José Vaz
Dona Pura e os camaradas de Abril
Germano Almeida
7X25 Histórias de Liberdade
Margarida Fonseca Santos
Viagem à flor de um mês
José Jorge Letria
Vassourinha
António Torrado
A revolução das letras
Vergílio Alberto Vieira
Capitães de Abril
José Jorge Letria
Era uma vez um cravo
José Jorge Letria
Um Fotógrafo em Abril
Sebastião Salgado
25 de Abril: uma aventura para a democracia
Vários
A Revolta dos Guarda-Chuvas
Sidónio Muralha (não é propriamente sobre o 25 de Abril mas aborda a questão da opressão/tirania versus liberdade)
O caso da rua Jau
Mário Castrim (Campo das Letras)
O soldado e o capitão, os cravos e o povão
Valdemar Cruz
Catarina de todos nós
Sidónio Muralha (Caminho)
A revolução das letras - o 25 de Abril explicado às crianças
Vergílio Alberto Vieira (Campo das Letras)
Bichos de Abril
Carlos Pinhão (Caminho)
25 de Abril - Outras Maneiras de Contar a Mesma História
Maria Manuela Cruzeiro e Augusto José Monteiro
Vinte e Cinco de Abril quase como um conto de fadas
Conceição Lopes
O Ladrão de palavras
Francisco Duarte Mangas
Memórias da Revolução de Abril na Literatura para a Infância: diferentes formas de contar a mesma história
Ana Margarida Ramos
Zeca Afonso e a Malta das Cantigas
José Jorge Letria
25 de Abril, Revolução dos Cravos
Paula Cardoso Almeida
Página oficial do Centro de Documentação 25 de Abril da universidade de Coimbra: http://www1.ci.uc.pt/cd25a/wikka.php?wakka=homePage
"Animações do DVD "25 de Abril, 32 Anos, 32 Perguntas"
http://www1.ci.uc.pt/cd25a/wikka.php?wakka=anims32perguntas
José Jorge Letria
L.A: e Cª no meio da revolução
Maria Mata
O tesouro
Manuel António Pina
Vinte e zinco
Mia Couto
Vinte e cinco a sete vozes
Alice Vieira
Romance do 25 de Abril
José Pedro Mésseder
25 de Abril
Ana Mª Magalhães e Isabel Alçada
O rapaz da bicicleta azul
Álvaro Magalhães
Abril 30 anos 30 poemas
Org. por José Fanha e José Jorge Letria
Salgueiro Maia – o homem do tanque da liberdade
José Jorge Letria
Liberdade o que é?
José Jorge Letria
História de uma flor
Matilde rosa Araújo
A liberdade explicada às crianças
Jean-Luc Moreau
25 de Abril – Revolução dos cravos
Paula Cardoso Almeida
A fábula dos feijões cinzentos
José Vaz
Dona Pura e os camaradas de Abril
Germano Almeida
7X25 Histórias de Liberdade
Margarida Fonseca Santos
Viagem à flor de um mês
José Jorge Letria
Vassourinha
António Torrado
A revolução das letras
Vergílio Alberto Vieira
Capitães de Abril
José Jorge Letria
Era uma vez um cravo
José Jorge Letria
Um Fotógrafo em Abril
Sebastião Salgado
25 de Abril: uma aventura para a democracia
Vários
A Revolta dos Guarda-Chuvas
Sidónio Muralha (não é propriamente sobre o 25 de Abril mas aborda a questão da opressão/tirania versus liberdade)
O caso da rua Jau
Mário Castrim (Campo das Letras)
O soldado e o capitão, os cravos e o povão
Valdemar Cruz
Catarina de todos nós
Sidónio Muralha (Caminho)
A revolução das letras - o 25 de Abril explicado às crianças
Vergílio Alberto Vieira (Campo das Letras)
Bichos de Abril
Carlos Pinhão (Caminho)
25 de Abril - Outras Maneiras de Contar a Mesma História
Maria Manuela Cruzeiro e Augusto José Monteiro
Vinte e Cinco de Abril quase como um conto de fadas
Conceição Lopes
O Ladrão de palavras
Francisco Duarte Mangas
Memórias da Revolução de Abril na Literatura para a Infância: diferentes formas de contar a mesma história
Ana Margarida Ramos
Zeca Afonso e a Malta das Cantigas
José Jorge Letria
25 de Abril, Revolução dos Cravos
Paula Cardoso Almeida
Página oficial do Centro de Documentação 25 de Abril da universidade de Coimbra: http://www1.ci.uc.pt/cd25a/wikka.php?wakka=homePage
"Animações do DVD "25 de Abril, 32 Anos, 32 Perguntas"
http://www1.ci.uc.pt/cd25a/wikka.php?wakka=anims32perguntas
http://www1.ci.uc.pt/cd25a/wikka.php?wakka=animacoes
domingo, 12 de Abril de 2009
Promoção da leitura
Estreia dia 9 de Abril o filme Inkheart (Coração de Tinta) baseado na obra de Cornelia Funke, uma das referências na literatura de fantasia (a Rowling alemã)
É a vida de Meggie e o seu pai Mo que é capaz de trazer os personagens dos livros à vida real quando lê esses livros em voz alta. O problema está na compensação pela via inversa que levou a mãe de Meggie para um mundo especial: o dos livros.
http://www.inkheartmovie.com
Os contadores de histórias que se acautelem!
No livro são efectuadas constantes referências à literatura do fantástico... e as cenas desenrolam-se nos cenários desses livros ou com personagens dos mesmos... para além de se ir lendo o próprio livro Coração de tinta.
O livro está cheio de citações (uma obra no início de cada capítulo) que podem ser utilizadas na promoção da leitura.
Sobre a escritora
http://en.wikipedia.org/wiki/Cornelia_Funke
O seu livro mais vendido é um livro de aventuras "Príncipe dos Ladrões" -
http://www.fnac.pt/pt/Catalog/Detail.aspx?cIndex=4&catalog=Infantil&categoryN=Fnac%20Infantil&category=livros10anos&product=9789722513227
A obra Inkheart é o primeiro de uma triologia (o último foi publicado em 2008)
http://en.wikipedia.org/wiki/Inkworld_trilogy
A adaptação ao cinema é a primeira, sendo que os outros serão adaptados a seguir pelo mesmo estúdio.
Em Portugal a edição do livro é da Presença
http://www.presenca.pt/catalogue.ud121?oid=155267
http://www.wook.pt/ficha/inkheart/a/id/1526297/filter/
Outros livros
http://www.wook.pt/product/facets?palavras=Cornelia+Funke
«Esta “história dentro da história” vai deliciar não apenas os adeptos da fantasia, mas todos aqueles que apreciem um enredo impressionante e personagens excepcionais.» School Library Journal
«Esta criativa ode de Cornelia Funke aos livros e aos amantes de livros será, sem dúvida, muito apreciada.» Amazon.com
«Uma escrita de fazer parar o coração, que compele à leitura…um festim para quem se deixa perder nos livros que lê.» Kirkus Reviews
«Encantador!… Esta história parece ter sido salpicada com pó de fadas mágico.» The New York Times Book Review
Artigos a ler:
"A imprevisibilidade é o segredo da literatura infantil"
http://www.dw-world.de/chinfootball/dw/article/0,,3863743,00.html
Literatura infantil "made in Germany" é sucesso no exterior
http://www.dw-world.com/dw/article/0,,2738523,00.html
Sendo um livro do livro, retrata ainda muitos outros livros. Os livros citados/retratados são uma boa lista de compras pois todos eles deviam estar disponíveis nas bibliotecas escolares (o género anda na sua maioria entre a literatura do fantástico e a de aventuras)
É a vida de Meggie e o seu pai Mo que é capaz de trazer os personagens dos livros à vida real quando lê esses livros em voz alta. O problema está na compensação pela via inversa que levou a mãe de Meggie para um mundo especial: o dos livros.
http://www.inkheartmovie.com
Os contadores de histórias que se acautelem!
No livro são efectuadas constantes referências à literatura do fantástico... e as cenas desenrolam-se nos cenários desses livros ou com personagens dos mesmos... para além de se ir lendo o próprio livro Coração de tinta.
O livro está cheio de citações (uma obra no início de cada capítulo) que podem ser utilizadas na promoção da leitura.
Sobre a escritora
http://en.wikipedia.org/wiki/Cornelia_Funke
O seu livro mais vendido é um livro de aventuras "Príncipe dos Ladrões" -
http://www.fnac.pt/pt/Catalog/Detail.aspx?cIndex=4&catalog=Infantil&categoryN=Fnac%20Infantil&category=livros10anos&product=9789722513227
A obra Inkheart é o primeiro de uma triologia (o último foi publicado em 2008)
http://en.wikipedia.org/wiki/Inkworld_trilogy
A adaptação ao cinema é a primeira, sendo que os outros serão adaptados a seguir pelo mesmo estúdio.
Em Portugal a edição do livro é da Presença
http://www.presenca.pt/catalogue.ud121?oid=155267
http://www.wook.pt/ficha/inkheart/a/id/1526297/filter/
Outros livros
http://www.wook.pt/product/facets?palavras=Cornelia+Funke
«Esta “história dentro da história” vai deliciar não apenas os adeptos da fantasia, mas todos aqueles que apreciem um enredo impressionante e personagens excepcionais.» School Library Journal
«Esta criativa ode de Cornelia Funke aos livros e aos amantes de livros será, sem dúvida, muito apreciada.» Amazon.com
«Uma escrita de fazer parar o coração, que compele à leitura…um festim para quem se deixa perder nos livros que lê.» Kirkus Reviews
«Encantador!… Esta história parece ter sido salpicada com pó de fadas mágico.» The New York Times Book Review
Artigos a ler:
"A imprevisibilidade é o segredo da literatura infantil"
http://www.dw-world.de/chinfootball/dw/article/0,,3863743,00.html
Literatura infantil "made in Germany" é sucesso no exterior
http://www.dw-world.com/dw/article/0,,2738523,00.html
Sendo um livro do livro, retrata ainda muitos outros livros. Os livros citados/retratados são uma boa lista de compras pois todos eles deviam estar disponíveis nas bibliotecas escolares (o género anda na sua maioria entre a literatura do fantástico e a de aventuras)
sexta-feira, 10 de Abril de 2009
quarta-feira, 8 de Abril de 2009
Estudar e investigar na biblioteca escolar: a formação de utilizadores
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sábado, 4 de Abril de 2009
quinta-feira, 2 de Abril de 2009

Hoje é a vez de se divulgar o cartaz da DGLB , da autoria de Cristina Valadas vencedora do Prémio Nacional de Ilustração 2007.
Interessante notar que a ilustração faz lembrar, muito apropriadamente, os célebres recortes de papel elaborados por Hans C. Andersen, o patrono desta comemoração que nasceu a 2 de Abril de 1805.
2 de Abril - Dia do Livro Infantil

Hoje comemora-se o Dia Internacional do Livro Infantil. E porquê no dia 2 de Abril? Já ouviu falar do escritor Hans Christian Andersen? ......... o Patinho Feio, O Soldadinho de Chumbo, A Pequena Sereia, A Princesa e a Ervilha...
Este escritor nasceu a 2 de Abril do ano de 1805. Como a contribuição da sua obra é tão importante a data do seu nascimento é hoje o Dia Internacional do Livro Infantil.
Sugestão: site com contos de Hans Christian Andersen. Aqui!
Boas leituras!
Mensagem do 2 de Abril de 2009
Dia Internacional do Livro Infantil
Eu sou o mundo
Eu sou o mundo e o mundo sou eu,
porque, com o meu livro,
posso ser tudo o que quiser.
Palavras e imagens, verso e prosa
levam-me a lugares a um tempo próximos e distantes.
Na terra dos sultões e do ouro,
há mil histórias a descobrir.
Tapetes voadores, lâmpadas mágicas,
génios, vampiros e Sindbades
contam os seus segredos a Xerazade.
Com cada palavra de cada página
viajo pelo tempo e pelo espaço
e, nas asas da fantasia,
o meu espírito atravessa terra e mar.
Quanto mais leio mais compreendo
que com o meu livro
estarei sempre
na melhor das companhias.
Hani D. El-Masri
Tradução: José António Gomes
Hani D. El-Masri
Ilustrador e profissional de cinema, nascido no Cairo, Egipto, em 1951, Hani El-Masri foi educado pelos Jesuítas, tendo mais tarde ingressado no Colégio de Belas Artes do Cairo. Emigrou para os Estados Unidos aos trinta e cinco anos. Ali, entrou para a Walt Disney Imagineering, em 1990, onde trabalhou como desenhador conceptual durante cinco anos. Na Imagineering, participou em projectos como o Disneyland’s ToonTown, o Disneyland’s Critter Country de Tóquio, o Museu Infantil de Baltimore, e o Arabian Coast do recentemente inaugurado Tokyo Disney Seas. Em 1995, Hani trabalhou como artista de desenvolvimento visual de projectos na película de animação O Príncipe do Egipto, assim como em A Estrada para El Dorado e Spirit: o corcel indomável. Mais tarde, trabalhou na película Osmosis Jones. Regressado ao Egipto, dedica-se, desde 2005, à realização da sua própria versão para crianças de As mil e uma noites, em forma de livro. Foi premiado como melhor ilustrador pela saga de Xerazade no prémio Suzanne Mubarak, outorgado pelo Egyptian Board on Books for Young People (EBBY).
A Mensagem do Dia Internacional do Livro Infantil é uma iniciativa do IBBY (International Board on Books for Young People), difundida em Portugal pela APPLIJ (Associação Portuguesa para a Promoção do Livro Infantil e Juvenil),
Secção Portuguesa do IBBY.
quinta-feira, 26 de Março de 2009
segunda-feira, 16 de Março de 2009
Sabucale na biblioteca
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quinta-feira, 12 de Março de 2009
"English Rimes" ou "Rimas em inglês" na Semana da Leitura
"English Rimes" ou "Rimas em Inglês" foi o nome escolhido para a actividade desenvolvida pelos alunos do 6º A, sob orientação da docente Celísa Duarte, para os alunos do 6º B, a cargo do docente Luís Lourenço (fotografias), tendo por palco a Sala 20 da nossa escola. Leitura cantada, pedagogicamente bem conseguida e que divertiu (e motivou) quem assitiu.
O actividade decorreu no âmbito da "Semana da Leitura".
O actividade decorreu no âmbito da "Semana da Leitura".
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Semana da Leitura 2009
quarta-feira, 11 de Março de 2009
Projecto DADUS
O Projecto Dadus acaba de lançar três concursos para as escolas, a decorrer durante este ano lectivo, sobre o tema genérico da protecção de dados e da privacidade.
Trata-se de um Concurso de Letras para um Rap, um Concurso de Mini-Vídeos com a duração máxima de 3 minutos (podem utilizar os telemóveis) e um Concurso de Cartazes (em suporte físico ou digital).
Três formas de expressão diferentes para pensar e trabalhar as questões da privacidade, com base nos temas já abordados e discutidos.
Podem concorrer todos os jovens, dos 10 aos 17 anos, que frequentem o 2º ou 3º ciclo do ensino básico, público ou privado. Os trabalhos podem ser individuais ou colectivos. Os concorrentes deverão enviar os trabalhos até ao próximo dia 15 de Maio.
Os vencedores serão conhecidos até 31 de Maio e os prémios atribuídos até ao final do ano lectivo.
Os regulamentos dos concursos encontram-se disponíveis no Site do Projecto em: http://dadus.cnpd.pt/content_pages/view/21
Aproveite para ouvir a música rap que o Projecto lançou a propósito do Concurso Rap Dadus, feito integralmente por dois jovens de 16 anos, da escola Secundária de S. João do Estoril, que constituem os “A Preto e Branco”. Incentive os seus alunos a concorrer! Esta é seguramente uma forma divertida de aprenderem, partilharem as suas ideias e soltarem a criatividade. Não é necessário estar a aplicar o Projecto Dadus neste momento para que possam concorrer, embora o trabalho para os concursos possa ser enquadrado no desenvolvimento do Projecto para quem está ou vai a breve trecho aplicá-lo. No Blog do Dadus, os alunos também têm informação sobre os concursos.
Qualquer dúvida ou informação suplementar que precise, escreva para o endereço electrónico projectodadus@cnpd.pt
Bom trabalho e Bons trabalhos!
Trata-se de um Concurso de Letras para um Rap, um Concurso de Mini-Vídeos com a duração máxima de 3 minutos (podem utilizar os telemóveis) e um Concurso de Cartazes (em suporte físico ou digital).
Três formas de expressão diferentes para pensar e trabalhar as questões da privacidade, com base nos temas já abordados e discutidos.
Podem concorrer todos os jovens, dos 10 aos 17 anos, que frequentem o 2º ou 3º ciclo do ensino básico, público ou privado. Os trabalhos podem ser individuais ou colectivos. Os concorrentes deverão enviar os trabalhos até ao próximo dia 15 de Maio.
Os vencedores serão conhecidos até 31 de Maio e os prémios atribuídos até ao final do ano lectivo.
Os regulamentos dos concursos encontram-se disponíveis no Site do Projecto em: http://dadus.cnpd.pt/content_pages/view/21
Aproveite para ouvir a música rap que o Projecto lançou a propósito do Concurso Rap Dadus, feito integralmente por dois jovens de 16 anos, da escola Secundária de S. João do Estoril, que constituem os “A Preto e Branco”. Incentive os seus alunos a concorrer! Esta é seguramente uma forma divertida de aprenderem, partilharem as suas ideias e soltarem a criatividade. Não é necessário estar a aplicar o Projecto Dadus neste momento para que possam concorrer, embora o trabalho para os concursos possa ser enquadrado no desenvolvimento do Projecto para quem está ou vai a breve trecho aplicá-lo. No Blog do Dadus, os alunos também têm informação sobre os concursos.
Qualquer dúvida ou informação suplementar que precise, escreva para o endereço electrónico projectodadus@cnpd.pt
Bom trabalho e Bons trabalhos!
terça-feira, 10 de Março de 2009
Ainda a Semana da leitura 2 a 6 de Março
É já na próxima quinta feira que se defrontam as 2 equipas finalistas do concurso de leitura "Ler Dá Gozo". A disputa será entre o 6ºC e o 6ºD. As professoras de Ler+ torcem pelos seus alunos...
sexta-feira, 6 de Março de 2009
quinta-feira, 5 de Março de 2009
Leitura de "O Rapaz de Bronze" de Sophia de Mello Breyner Andresen
Durante a iniciativa, os alunos do 6º C a ler e os alunos do 6º B a assistir.
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terça-feira, 3 de Março de 2009
SL
Gostamos muito das actividades que os nosso alunos e os nossos professores fizeram:
o conto, o concurso Ler Dá Gozo com os 8ºs anos, a sessão de poesia e a biblioteca fora d´horas, com os pais.
Amanhã há mais!
segunda-feira, 2 de Março de 2009
“Um Sonho feliz…” na Semana da Leitura
Os alunos do 5º C e do 6º B assistem, na última fila as docentes Celisa Duarte e Lucinda Minhós.
Outra fotografia dos mesmos.
Leitura em voz alta de “Um Sonho feliz…” pelos alunos do 6ºB ao 5ºC, com os professores Luís Lourenço (autor da ideia e das fotografias) e Celisa Duarte, esta manhã, pelas 8h30, na Sala 20, contando ainda com a presença da professora Lucinda Minhós.
O livro fala do 25 de Abril, numa linguagem muito simples. O autor deste sonho é Luís Novo e as ilustrações de Sónia Honório, numa edição da "Palavra em Mutação".
O livro fala do 25 de Abril, numa linguagem muito simples. O autor deste sonho é Luís Novo e as ilustrações de Sónia Honório, numa edição da "Palavra em Mutação".
A iniciativa decorreu no âmbito da "Semana da Leitura".
Convite aos participantes para deixarem aqui comentários ao livro.
SL
SEGUNDA FEIRA, DIA 2
Leitura “Um Sonho feliz…” pelos alunos do 6ºB ao 5ºC, com os professores Luís Lourenço e Celisa Duarte. Às 8h30 na Sala 13.
Concurso Ler Dá Gozo entre as turmas 8ºA-8ºB. Obra seleccionada: A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho, de Mário de Carvalho.Com as professoras Catarina Pio e Maria João Rocha. Na biblioteca.
Animação de leitura poética com poesias preparadas pelos alunos de E.B.1 de Relva, durante a manhã.
Sessão de poesia com 5ºA e 11ºA/C dinamizada pelos professores Célia Gonçalves e António Neto.Às 13h10 na Biblioteca.
À noite: Biblioteca Fora d´Horas com Leituras a par pais e filhos – 6º ano Turma A.Na biblioteca com os professores Dores Pinto, Elisabete Casimiro, Maria Celisa, Conceição Machado e Mário Raposo.
Leitura “Um Sonho feliz…” pelos alunos do 6ºB ao 5ºC, com os professores Luís Lourenço e Celisa Duarte. Às 8h30 na Sala 13.
Concurso Ler Dá Gozo entre as turmas 8ºA-8ºB. Obra seleccionada: A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho, de Mário de Carvalho.Com as professoras Catarina Pio e Maria João Rocha. Na biblioteca.
Animação de leitura poética com poesias preparadas pelos alunos de E.B.1 de Relva, durante a manhã.
Sessão de poesia com 5ºA e 11ºA/C dinamizada pelos professores Célia Gonçalves e António Neto.Às 13h10 na Biblioteca.
À noite: Biblioteca Fora d´Horas com Leituras a par pais e filhos – 6º ano Turma A.Na biblioteca com os professores Dores Pinto, Elisabete Casimiro, Maria Celisa, Conceição Machado e Mário Raposo.
sábado, 28 de Fevereiro de 2009
Semana da Leitura
A Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos, os docentes de Ler+, PNEP e Língua Portuguesa vão levar a cabo um concurso literário, com o objectivo de elevar os níveis de literacia dos alunos do Agrupamento de Escolas de Idanha-a-Nova, através da promoção do gosto pela leitura e da divulgação de livros e autores.
O concurso destina-se aos alunos dos 1º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico do Agrupamento de Escolas de Idanha-a-Nova que queiram participar e consta de 10 perguntas de compreensão sobre o conto e 5 perguntas com jogos lexicais.
1. Cada ano/ciclo de escolaridade selecciona um livro para ser objecto de leitura;
2. Cada professor selecciona do conjunto da sua turma 4 alunos que constituirão a equipa que a irá representar;
2.1. Esta selecção faz-se mediante um questionário ou outro registo criterioso durante a semana de 9 a 13 de Fevereiro;
3. A constituição da equipa é entregue pelo professor na Biblioteca para afixação e divulgação até dia 20 de Fevereiro;
4. Cada turma elabora um total de 10 questões a entregar na Biblioteca até dia 20 de Fevereiro;
5. Cada cartão contém a pergunta e a resposta correcta, com indicação da página da obra, para verificação;
6. As questões e as respectivas respostas são escritas em cartão, com o logótipo do concurso, a fornecer pela Biblioteca Escolar;
7. O calendário das etapas é o seguinte:
visionamento da história multimédia O Guarda da Praia de Maria Teresa Maia Gonzalez - 2 a 6 de Fevereiro (2º ciclo);
aplicação do questionário para selecção das equipas do 2º ciclo: 9 a 13 de Fevereiro;
entrega das 10 perguntas com soluções - 20 de Fevereiro;
constituição das equipas - 20 de Fevereiro;
concurso Ler Dá Gozo - de 2 a 6 de Março concursos inter-turmas;
Festival da Primavera - entrega dos prémios dos concursos Ler Dá Gozo, Figura Mistério, Enigmas, Bibliop@per e aos vencedores do Concurso Nacional de Leitura (patrocínio da Porto Editora).
Os jogos lexicais constam de translineação, sinónimos, antónimos, expressões idiomáticas, masculino/feminino, palavra correcta, discurso indirecto, provérbios e processos de formação de palavras.
Em caso de dúvida haverá recurso a um júri composto pelos professores das turmas.
Os textos produzidos e a reportagem decorrentes do concurso serão publicados no boletim d@qui biblioteca, no site http://crejsr.googlepages.com e no blog da biblioteca;
Ao longo da semana:
Oferta de um lápis com um pequeno texto
Exposição de poesia pela escola e leitura expressiva de poemas;
CONCURSO LITERÁRIO “LER DÁ GOZO" - 5º 9º anos;
Divulgação no blogue da biblioteca de fichas de leitura acerca de livros lidos e apresentados em Ler+ - alunos do 9º ano
No Festival da Primavera: 24,25 e 26 de Março
Exposição de materiais produzidos para a Semana da Leitura, do PNEP, reportagens fotográficas de actividades promocionais da leitura;
Dramatização de "O gato e o escuro", de Mia Couto pelos alunos do 7ºC a alunos do 1º ciclo;
Dramatização de“O Nabo Gigante” dos alunos do 3º ano da EB 1 de Idanha-a-Nova a 2 turmas de 1º ciclo ( Relva e Penha Garcia);
Era uma vez… “O sapo Apaixonado” a 2 turmas de 1º ciclo (a seleccionar em Ladoeiro e Zebreira);
Teatro “A Festa das Flores” alunos do 6ºA, com coreografia da professora de Educação Física Ana Margarida e seguido de momento musical com a Banda Raia que a Parta (2 músicas da responsabilidade do professor Tó Pedro: Semente e Uma Flor…)
Concurso Nacional de Leitura – participação de 3 alunos do 3º ciclo e 3 alunos do Secundário na 2ª fase –Biblioteca Municipal do Fundão
Entrega de prémios e certificados:
6 prémios e certificados - Concurso Nacional de Leitura (com apoio da Porto Editora)
Secundário - Filipe Dias, 10º A, Eduardo Sousa, 11º A e Pedro Nunes, 10º A.
3º Ciclo - Alexandra Nabais, 7º A, Maria João Flor, 8º A, Sara Malhadas.
20 certificados - Concurso Ler Dá Gozo
4 alunos do 5º ano, 4 alunos do 6º ano, 4 alunos do 7º ano, 4 alunos do 8º ano e 4 alunos do 9º ano.
quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

Amanhã é a vez de os alunos da EB1 de Relva visitarem a nossa biblioteca, lerem a história do Sapo Apaixonado, participarem na oficina de pintura e nas actividaddes de Ciências Experimentais!
Fernando Namora escreveu assim sobre Monsanto: "Monsanto é um morro eriçado de penhascos; as leivas, extensas, duma cor árida e uniforme, vêm de longe morrer junto dos barrocais. É um morro bárbaro, medonho e orgulhoso como as águias que roçam pelos píncaros. Ergue-se de improviso perante a planície, e a terra solta mede-se aos palmos: pedra, granito negro, veredas incríveis assentes em rocha ziguezagueando até às portas do Castelo".
Fernando Namora, exerceu clínica em Monsanto entre 1944 e 1946.
Ler+ com o 7ºano, turma A ou uma leitura a pares com os alunos da EB1 de Penha Garcia
Os alunos do 7ºA leram o livro de Mia Couto O gato e o escuro aos alunos da EB1 de Penha Garcia. Dramatizaram a história de um gato que adoptou o escuro e, em troca, os alunos de Penha Garcia dramatizaram a história de um sapo que se apaixonou por uma pata.
A directora de turma, que faz parte da equipa da biblioteca, professora Lucília Flor, caracterizou os actores e a professora de Língua Portuguesa e Ler+, professora Anabela Estrela, preparou a dramatização.



A directora de turma, que faz parte da equipa da biblioteca, professora Lucília Flor, caracterizou os actores e a professora de Língua Portuguesa e Ler+, professora Anabela Estrela, preparou a dramatização.
sábado, 21 de Fevereiro de 2009
Era uma vez....O Sapo Apaixonado contado aos alunos de Penha Garcia
Alunos da EB1 de Penha Garcia visitam Escola José Silvestre Ribeiro
Os alunos da Escola Básica de 1º Ciclo de Penha Garcia deslocaram-se, no passado dia 19 de Fevereiro, à Escola José Silvestre Ribeiro, onde assistiram e participaram numa série de actividades organizadas pela BeCre, 7ºC e Curso de Animação Sociocultural.
Este foi um dia animado, tendo os alunos começado por participar numa aula de Inglês, dinamizada pelo professora Ivonne Perez. Assistiram, posteriormente, à dramatização, com fantoches, da história do “Sapo Apaixonado” à qual se seguiu a dramatização, pela turma C do 7ºano, da história de Mia Couto, “O gato escuro”. Posto isto, os alunos do Curso Profissional de Animador Sociocultural, orientados pela professora Sandrina Ginja, apresentaram a actividade “Biologia…Uma animação” a qual consistiu na demonstração de experiências variadas nas quais os visitantes participaram activamente. Para terminar em grande nada melhor do que um divertido e…..afinado Karaoke e a distribuição de algumas lembranças
Os alunos da Escola Básica de 1º Ciclo de Penha Garcia deslocaram-se, no passado dia 19 de Fevereiro, à Escola José Silvestre Ribeiro, onde assistiram e participaram numa série de actividades organizadas pela BeCre, 7ºC e Curso de Animação Sociocultural.
Este foi um dia animado, tendo os alunos começado por participar numa aula de Inglês, dinamizada pelo professora Ivonne Perez. Assistiram, posteriormente, à dramatização, com fantoches, da história do “Sapo Apaixonado” à qual se seguiu a dramatização, pela turma C do 7ºano, da história de Mia Couto, “O gato escuro”. Posto isto, os alunos do Curso Profissional de Animador Sociocultural, orientados pela professora Sandrina Ginja, apresentaram a actividade “Biologia…Uma animação” a qual consistiu na demonstração de experiências variadas nas quais os visitantes participaram activamente. Para terminar em grande nada melhor do que um divertido e…..afinado Karaoke e a distribuição de algumas lembranças
No final, embora cansados, todos, organizadores e participantes, foram unânimes em considerar ter sido "um dia em cheio"!!!
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EB1 penha Garcia; o sapo apaixonado;PNL
quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009
Joaquim, o último dos profetas, pela pena do escritor beirão António Fidalgo

Proposta de leitura:
"Joaquim, o último dos profestas", livro publicado pelas Edições Cotovia (Lisboa), em 1993, é a primeira obra de ficção do escritor António Fidalgo (1956- ), um beirão, professor de Semiótica na Universidade da Beira Interior (Covilhã) e que ensinou Filosofia e Teologia na Universidade Católica de Lisboa.
A obra começa assim:
«Nos nossos dias, em que o papa é João Paulo II e António o patriarca de Lisboa, Deus dirigiu a sua palavra a Joaquim, filho da viúva Isaura, quando guardava o rebanho de cabras e ovelhas nos campos de Idanha [destaque nosso].»
Mais sobre o autor:
http://porbase.bnportugal.pt/ipac20/ipac.jsp?session=12E4979218XW2.46825&profile=porbase&source=~!bnp&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!760002~!12&ri=3&aspect=basic_search&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=Fidalgo%2C+Ant%C3%B3nio&index=AUTHOR&uindex=&aspect=basic_search&menu=search&ri=3
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segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009
O 25 de Abril como "Um sonho feliz" de Luís Novo e Sónia Honório
quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009
O Amor
Estou a amar-te como o frio
corta os lábios.
A arrancar a raiz
ao mais diminuto dos rios.
A inundar-te de facas,
de saliva esperma lume.
Estou a rodear de agulhas
a boca mais vulnerável.
A marcar sobre os teus flancos
o itinerário da espuma.
Assim é o amor: mortal e navegável.
Eugénio de Andrade
Estou a amar-te como o frio
corta os lábios.
A arrancar a raiz
ao mais diminuto dos rios.
A inundar-te de facas,
de saliva esperma lume.
Estou a rodear de agulhas
a boca mais vulnerável.
A marcar sobre os teus flancos
o itinerário da espuma.
Assim é o amor: mortal e navegável.
Eugénio de Andrade
quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009
DARWIN - 200º aniversário a 12 de Fevereiro

• "A atenção é a mais importante de todas as faculdades para o desenvolvimento da inteligência humana."
• "Não gostamos que os animais, a quem tornamos nossos escravos, sejam considerados nossos iguais."
• "A compaixão para com os animais é das mais nobres virtudes da natureza humana."
Charles Darwin
http://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Darwin
http://en.wikipedia.org/wiki/Charles_Darwin
Charles Robert Darwin (Shrewsbury, 12 de Fevereiro de 1809 — Downe, Kent, 19 de Abril de 1882) foi um naturalista britânico que alcançou fama ao convencer a comunidade científica da ocorrência da evolução e propor uma teoria para explicar como ela se dá por meio da seleção natural e sexual[1]. Esta teoria se desenvolveu no que é agora considerado o paradigma central para explicação de diversos fenômenos na Biologia.[2] Foi laureado com a medalha Wollaston concedida pela Sociedade Geológica de Londres, em 1859.
ver mais na wikipedia
terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009
SEGURANET

A formação dos alunos para a utilização da Internet
O Ministério da Educação criou o Projecto SeguraNet http://www.seguranet.pt com o intuito de promover a utilização esclarecida, crítica e segura da Internet na escola.
Dos diferentes conteúdos do portal destacamos a secção guia para professores, onde são disponibilizados um conjunto de orientações/ sugestões para os diferentes níveis de ensino.
Visite o site aqui.
Conheça os folhetos distribuidos, da gentileza da escola da Carapinheira, o powerpoint No chat.com e os inquéritos.
Para todos: alunos, professores, pais e encarregados de educação.
O maior problema da Internet é o anonimato que proporciona: nós nunca temos a certeza quem é que está em linha connosco
A este propósito, sairam na revista Visão uns artigos sobre os perigos na Internet. Vale a pena ler.
Para denunciar sites com conteúdos ilegais: http://linhaalerta.internetsegura.pt/
Para saber mais, aqui vai uma série de sítios portugueses sobre a matéria:
http://www.internetsegura.pt/
http://www.miudossegurosna.net/
http://www.minerva.uevora.pt/internet-segura/
http://www.seguranet.pt/index.php?section=1
http://www2.cifop.ua.pt/nonio/seguranet/guia_pais.htm
http://www.cgd.pt/Seguranca/Internet-Segura/Pages/Internet-Segura.aspx
segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009
O Sapo Apaixonado
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O sapo estava sentado à beira do rio.
Sentia-se esquisito.
Não sabia se estava contente ou se estava triste.
Toda a semana tinha andado a sonhar.
Que é que teria?
Então encontrou o Porquinho.
- Olá, Sapo - disse o Porquinho. - Não estás com muito bom ar. Que é que tens?
- Não sei - disse o Sapo. - Tenho vontade de rir e de chorar ao mesmo tempo. E aqui dentro de mim tenho uma coisa que faz tum - tum.
- Talvez estejas constipado - disse o Porquinho. - É melhor ires para casa e meteres-te na cama.
O Sapo continuou o seu caminho. Estava preocupado.
Depois passou por casa da Lebre.
- Lebre disse ele -, não me sinto bem.
- Entra e senta-te um bocadinho - disse a Lebre, muito simpática.
- Ora então, que é que tens?
- Umas vezes fico com calor e outras vezes fico com frio. E aqui dentro de mim tenho uma coisa que faz tum-tum.
E pôs a mão no peito.
A Lebre pensou muito, como um verdadeiro médico. Depois disse:
- Já sei. É o teu coração. O meu também faz tum-tum.
- Mas o meu às vezes faz tum-tum mais depressa do que de costume - disse o Sapo.
- Faz um-dois, um-dois, um-dois.
A Lebre foi buscar à estante um grande livro e pôs-se a virar as folhas.
- Aha! - disse ela. - Ora ouve. Coração a bater acelerado, ataque de calor e de frio quer dizer que estás apaixonado!
- Apaixonado? - disse o Sapo, surpreendido. - Ena pá! Estou apaixonado!
E ficou tão contente que deu um salto enorme pela porta fora.
O Porquinho assustou-se muito quando o Sapo de repente caiu do céu.
- Parece que estás melhor - disse o Porquinho.
- E estou! Sinto-me óptimo - disse o Sapo. - Estou apaixonado!
- Bem isso é uma boa notícia. Por quem é que estás apaixonado? - perguntou o Porquinho.
O Sapo não tinha tido tempo para pensar nisso.
- Já sei! - disse ele. - Estou apaixonado pela linda e adorável patinha branca!
- Não pode ser - disse o Porquinho. - Um Sapo não pode estar apaixonado por uma pata. Tu és verde e ela é branca.
Mas o Sapo não se importou com isso.
Não sabia escrever, mas sabia fazer bonitas pinturas.
Quando voltou para casa fez uma pintura linda, com vermelho e azul e muito verde, que era a cor que ele gostava mais.
À noite, quando já estava escuro, saiu com a pintura e enfiou-a por baixo da porta da pata.
Com a emoção, tinha o coração a bater com toda a força.
A Pata ficou muito admirada quando encontrou a pintura.
- Quem é que me terá mandado esta linda pintura? - exclamou ela, e pendurou-a na parede.
No dia seguinte o Sapo colheu um belo ramo de flores.
Ia oferecê-las à Pata.
Mas quando chegou à porta não teve coragem para a enfrentar.
Pôs a flores na soleira da porta e fugiu o mais depressa que pôde.
E assim continuaram as coisas, dia após dia.
O Sapo não conseguia arranjar coragem para falar.
A Pata andava muito contente com todos aqueles belos presentes.
Mas quem é que os mandaria?
Pobre Sapo!
Perdeu o apetite e à noite não conseguia dormir
E as coisas continuaram assim durante semanas.
Como é que havia de mostrar à Pata que gostava dela?
- Tenho de fazer uma coisa de que mais ninguém seja capaz - decidiu ele. - Tenho de bater o recorde do mundo de salto em altura! A Patinha vai ficar muito surpreendida, e depois ela também vai gostar de mim.
O Sapo começou logo a treinar.
Praticou salto em altura durante dias a fio.
Saltava cada vez mais alto, até às nuvens.
Nunca nenhum sapo do mundo tinha saltado tão alto.
- Que terá o Sapo? - Perguntava a Pata preocupada. - Saltar assim é perigoso. Ainda acaba por se magoar.
E tinha razão.
Às duas horas e treze minutos da tarde de Sexta-feira, as coisas correram mal.
O Sapo estava a dar o salto mais alto da história quando perdeu o equilíbrio e caiu ao chão.
A Pata, que ia a passar nessa altura, veio a correr ajudá-lo.
O Sapo mal conseguia andar. A Pata amparou-o com carinho e levou-o para casa. Tratou dele com toda a ternura.
- Ó Sapo, podia ter-te matado! - disse ela. - Olha que tens de ter cuidado. Gosto tanto de ti!
Então, finalmente o Sapo lá conseguiu arranjar coragem:
- Eu também gosto muito de ti, querida Pata - balbuciou ele.
Tinha o coração a fazer tum-tum mais depressa do que nunca, e ficou com a cara muito verde.
Desde então, amam-se perdidamente.
Um sapo e uma pata
Verde e branca.
O amor não conhece barreiras.
"Max Velthuijs"
O Sapo Apaixonado
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O sapo estava sentado à beira do rio.
Sentia-se esquisito.
Não sabia se estava contente ou se estava triste.
Toda a semana tinha andado a sonhar.
Que é que teria?
Então encontrou o Porquinho.
- Olá, Sapo - disse o Porquinho. - Não estás com muito bom ar. Que é que tens?
- Não sei - disse o Sapo. - Tenho vontade de rir e de chorar ao mesmo tempo. E aqui dentro de mim tenho uma coisa que faz tum - tum.
- Talvez estejas constipado - disse o Porquinho. - É melhor ires para casa e meteres-te na cama.
O Sapo continuou o seu caminho. Estava preocupado.
Depois passou por casa da Lebre.
- Lebre disse ele -, não me sinto bem.
- Entra e senta-te um bocadinho - disse a Lebre, muito simpática.
- Ora então, que é que tens?
- Umas vezes fico com calor e outras vezes fico com frio. E aqui dentro de mim tenho uma coisa que faz tum-tum.
E pôs a mão no peito.
A Lebre pensou muito, como um verdadeiro médico. Depois disse:
- Já sei. É o teu coração. O meu também faz tum-tum.
- Mas o meu às vezes faz tum-tum mais depressa do que de costume - disse o Sapo.
- Faz um-dois, um-dois, um-dois.
A Lebre foi buscar à estante um grande livro e pôs-se a virar as folhas.
- Aha! - disse ela. - Ora ouve. Coração a bater acelerado, ataque de calor e de frio quer dizer que estás apaixonado!
- Apaixonado? - disse o Sapo, surpreendido. - Ena pá! Estou apaixonado!
E ficou tão contente que deu um salto enorme pela porta fora.
O Porquinho assustou-se muito quando o Sapo de repente caiu do céu.
- Parece que estás melhor - disse o Porquinho.
- E estou! Sinto-me óptimo - disse o Sapo. - Estou apaixonado!
- Bem isso é uma boa notícia. Por quem é que estás apaixonado? - perguntou o Porquinho.
O Sapo não tinha tido tempo para pensar nisso.
- Já sei! - disse ele. - Estou apaixonado pela linda e adorável patinha branca!
- Não pode ser - disse o Porquinho. - Um Sapo não pode estar apaixonado por uma pata. Tu és verde e ela é branca.
Mas o Sapo não se importou com isso.
Não sabia escrever, mas sabia fazer bonitas pinturas.
Quando voltou para casa fez uma pintura linda, com vermelho e azul e muito verde, que era a cor que ele gostava mais.
À noite, quando já estava escuro, saiu com a pintura e enfiou-a por baixo da porta da pata.
Com a emoção, tinha o coração a bater com toda a força.
A Pata ficou muito admirada quando encontrou a pintura.
- Quem é que me terá mandado esta linda pintura? - exclamou ela, e pendurou-a na parede.
No dia seguinte o Sapo colheu um belo ramo de flores.
Ia oferecê-las à Pata.
Mas quando chegou à porta não teve coragem para a enfrentar.
Pôs a flores na soleira da porta e fugiu o mais depressa que pôde.
E assim continuaram as coisas, dia após dia.
O Sapo não conseguia arranjar coragem para falar.
A Pata andava muito contente com todos aqueles belos presentes.
Mas quem é que os mandaria?
Pobre Sapo!
Perdeu o apetite e à noite não conseguia dormir
E as coisas continuaram assim durante semanas.
Como é que havia de mostrar à Pata que gostava dela?
- Tenho de fazer uma coisa de que mais ninguém seja capaz - decidiu ele. - Tenho de bater o recorde do mundo de salto em altura! A Patinha vai ficar muito surpreendida, e depois ela também vai gostar de mim.
O Sapo começou logo a treinar.
Praticou salto em altura durante dias a fio.
Saltava cada vez mais alto, até às nuvens.
Nunca nenhum sapo do mundo tinha saltado tão alto.
- Que terá o Sapo? - Perguntava a Pata preocupada. - Saltar assim é perigoso. Ainda acaba por se magoar.
E tinha razão.
Às duas horas e treze minutos da tarde de Sexta-feira, as coisas correram mal.
O Sapo estava a dar o salto mais alto da história quando perdeu o equilíbrio e caiu ao chão.
A Pata, que ia a passar nessa altura, veio a correr ajudá-lo.
O Sapo mal conseguia andar. A Pata amparou-o com carinho e levou-o para casa. Tratou dele com toda a ternura.
- Ó Sapo, podia ter-te matado! - disse ela. - Olha que tens de ter cuidado. Gosto tanto de ti!
Então, finalmente o Sapo lá conseguiu arranjar coragem:
- Eu também gosto muito de ti, querida Pata - balbuciou ele.
Tinha o coração a fazer tum-tum mais depressa do que nunca, e ficou com a cara muito verde.
Desde então, amam-se perdidamente.
Um sapo e uma pata
Verde e branca.
O amor não conhece barreiras.
"Max Velthuijs"
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O sapo apaixonado
sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009
Alunos do 3º ano ouvem e recontam...
Os alunos do 3º ano, da turma da professora Marília estiveram na Biblioteca dia 5 de Fevereiro para ouvir e recontar a história do Sapo Apaixonado.
Era uma vez...O sapo Apaixonado e os alunos do 1º ano da EB1 de Idanha
Etiquetas:
Ler+;PNL;O Sapo Apaixonado;EB1 Idanha
quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009
"Era uma vez...." ou como a EB1 de Termas de Monfortinho conheceu a biblioteca e ouviu sugestões de leituras com o 7ºA em aula de Ler+
Dia 29 de Janeiro os alunos da EB1 de Termas de Monfortinho vieram conhecer a biblioteca. Ouviram uma história recomendada pelo Plano Nacional de Leitura, recontaram a história com fantoches feitos pela equipa das Actividades Extra-curriculares do 1º ciclo, almoçaram no refeitório, participaram nas leituras que a turma do 7ºA lhes sugeriu e preparou em Ler+, utilizaram o quadro interactivo e finalizaram o dia no Laboratório de Química, onde fizeram experiências.
Presentes na actividade "Era uma vez..." estiveram os alunos da Unidade da Multideficiência que nos surpreenderam no reconto da história.
Foi um dia muito, muito agradável e no Festival da Primavera poderemos ver os trabalhos que nos deixaram
Esta actividade repete-se às quintas feiras e a equipa da biblioteca, o PNEP e professores de Ler+ aguardam com expectativa a chegada dos alunos das EB1 e dos Jardins.
ver mais aqui
terça-feira, 27 de Janeiro de 2009
O Sapo Apaixonado
Hoje, a sala anexa à Biblioteca foi um verdadeiro atelier de pintura: executaram-se os cenários para a história que vamos contar aos alunos da EB1 de Termas de Monfortinho e aos alunos da Unidade de Apoio à Multideficiência :O Sapo Apaixonado de Max Velthuijs da editora Caminho.
A máquina fotográfica registou alguns pormenores e em breve deixaremos aqui a reportagem fotográfica. Entretanto registe-se a dedicação da professora Maria João Rocha, a responsável pelo trabalho artístico e as professoras aprendizes: Isaura, Paula, Cecília, Teresa, Lucília e Dores.

Amanhã....mais notícias!
O livro do PNLé recomendado para leitura orientada na sala de aula, no 2.º ano de escolaridade : O Sapo anda preocupado com a saúde: tem o coração a bater depressa demais. A Lebre diz que ele deve estar apaixonado — mas por quem?
O autor desta encantadora história de amor é Max Velthuijs, artista holandês de reputação internacional, cujos livros têm sido publicados no mundo inteiro. Entre os seus numerosos prémios contam-se o Lápis de Ouro da Holanda (duas vezes) e o American Graphic Award da Society of Ilustrators.
A máquina fotográfica registou alguns pormenores e em breve deixaremos aqui a reportagem fotográfica. Entretanto registe-se a dedicação da professora Maria João Rocha, a responsável pelo trabalho artístico e as professoras aprendizes: Isaura, Paula, Cecília, Teresa, Lucília e Dores.
Amanhã....mais notícias!
O livro do PNLé recomendado para leitura orientada na sala de aula, no 2.º ano de escolaridade : O Sapo anda preocupado com a saúde: tem o coração a bater depressa demais. A Lebre diz que ele deve estar apaixonado — mas por quem?
O autor desta encantadora história de amor é Max Velthuijs, artista holandês de reputação internacional, cujos livros têm sido publicados no mundo inteiro. Entre os seus numerosos prémios contam-se o Lápis de Ouro da Holanda (duas vezes) e o American Graphic Award da Society of Ilustrators.
segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009
Aristides de Sousa Mendes (II)
quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009
2ª fase do CONCURSO NACIONAL DE LEITURA 2008 / 2009
2ª fase do CNL - Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade, Fundão
quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009

Congresso Internacional de Promoção da Leitura (Gulbenkian - 22/23 Janeiro)
Transmissão online em directo
http://live.fccn.pt/fcg/
CNL - o texto do Eduardo, do 11ºA
A equipa da biblioteca e todos os que participaram nesta aventura do Concurso Nacional de Leitura, nomeadamente os professores que realizaram as provas, cativaram os alunos para este trabalho e os alunos que leram os livros recomendados, sem outro objectivo que não fosse o de se tornarem mais sabedores, temos que estar obviamente de ...parabéns!
Aguardamos com esperança (isso mesmo, porque não?)o dia 28 para conhecermos as obras para a fase distrital.
Eis o texto do Eduardo. Eu bem pedi outros mas...."ó setôra, temos tanto que estudar!"
Na tentativa de tornar a leitura num hábito prazenteiro ao invés de um esforço incómodo, segundo parece ter a opinião geral dos jovens portugueses, têm-se vindo a pôr as mãos à obra com o projecto “Ler + : Plano Nacional de Leitura” pelas escolas do país. A Silvestre Ribeiro não foi excepção. Desta maneira, surgiu o Concurso Nacional de Leitura
Assim, nesta primeira fase, os alunos dos 2º e 3º Ciclos, tal como os do Secundário, à excepção do 12º Ano, foram incumbidos de pôr de parte uma pequena soma de horas das suas preciosas férias de maneira a conseguir ler as duas obras escolhidas pelas professoras de Português (e coordenadoras da actividade); sendo, no caso do Secundário, as professoras Cecília Mendes e Célia Gonçalves.
Uma das duas obras escolhidas, para os 10º e 11º Anos, foi A Casa dos Espíritos de Isabel Allende.
Escritora chilena, nascida por casualidade em Lima, no Peru, em 1942, Isabel Allende trabalhou como jornalista desde os dezassete anos. Deixou o Chile com a família depois do golpe militar. É com este seu primeiro romance, traduzido em toda a Europa e nos Estados Unidos, que se consagra uma romancista de referência na história da literatura latino-americana.
Pode-se dizer que se trata de um romance de personagens, onde estas e as suas insólitas histórias de vida têm um papel central. E se há personagem mais central nesta fascinante narrativa essa é a de Esteban Trueba, esse homem de temperamento colérico carregado de defeitos e virtudes. É a partir do mesmo que a autora nos conta uma ferozmente descritiva saga familiar, acompanhando os filhos, quer legítimos quer fruto de violações, e os netos de Trueba, levando-nos do começo do século até à actualidade. Passando-se ora na herdade Las Tres Marias, ora numa imensa casa na capital repleta de espíritos, em contacto com Clara, mulher de Trueba, esta obra dá-nos também a conhecer a evolução social do país – que reflecte e pode muito bem simbolizar qualquer país latino-americano.
Em suma, é um romance cheio de vida, alguma morte, minucioso, divertido e trágico, belo e de cruel realismo. Uma obra para ser degustada por um largo público. Um livro inesquecível.
Eduardo Sousa 11ºA
Aguardamos com esperança (isso mesmo, porque não?)o dia 28 para conhecermos as obras para a fase distrital.
Eis o texto do Eduardo. Eu bem pedi outros mas...."ó setôra, temos tanto que estudar!"
Na tentativa de tornar a leitura num hábito prazenteiro ao invés de um esforço incómodo, segundo parece ter a opinião geral dos jovens portugueses, têm-se vindo a pôr as mãos à obra com o projecto “Ler + : Plano Nacional de Leitura” pelas escolas do país. A Silvestre Ribeiro não foi excepção. Desta maneira, surgiu o Concurso Nacional de Leitura
Assim, nesta primeira fase, os alunos dos 2º e 3º Ciclos, tal como os do Secundário, à excepção do 12º Ano, foram incumbidos de pôr de parte uma pequena soma de horas das suas preciosas férias de maneira a conseguir ler as duas obras escolhidas pelas professoras de Português (e coordenadoras da actividade); sendo, no caso do Secundário, as professoras Cecília Mendes e Célia Gonçalves.
Uma das duas obras escolhidas, para os 10º e 11º Anos, foi A Casa dos Espíritos de Isabel Allende.
Escritora chilena, nascida por casualidade em Lima, no Peru, em 1942, Isabel Allende trabalhou como jornalista desde os dezassete anos. Deixou o Chile com a família depois do golpe militar. É com este seu primeiro romance, traduzido em toda a Europa e nos Estados Unidos, que se consagra uma romancista de referência na história da literatura latino-americana.
Pode-se dizer que se trata de um romance de personagens, onde estas e as suas insólitas histórias de vida têm um papel central. E se há personagem mais central nesta fascinante narrativa essa é a de Esteban Trueba, esse homem de temperamento colérico carregado de defeitos e virtudes. É a partir do mesmo que a autora nos conta uma ferozmente descritiva saga familiar, acompanhando os filhos, quer legítimos quer fruto de violações, e os netos de Trueba, levando-nos do começo do século até à actualidade. Passando-se ora na herdade Las Tres Marias, ora numa imensa casa na capital repleta de espíritos, em contacto com Clara, mulher de Trueba, esta obra dá-nos também a conhecer a evolução social do país – que reflecte e pode muito bem simbolizar qualquer país latino-americano.
Em suma, é um romance cheio de vida, alguma morte, minucioso, divertido e trágico, belo e de cruel realismo. Uma obra para ser degustada por um largo público. Um livro inesquecível.
Eduardo Sousa 11ºA
quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009
CONCURSO NACIONAL DE LEITURA
Resultados da 1ªFase - Alunos apurados para a 2ª Fase do Concurso Nacional de Leitura
Secundário
1º Lugar: Filipe Dias, 10º A – 30 Pontos
2º Lugar: Eduardo Sousa, 11º A – 28 Pontos
3º Lugar: Pedro Nunes, 10º A – 27 Pontos
3º Ciclo
1º Lugar: Alexandra Nabais, 7º A – 30 Pontos
2º Lugar: Maria João Flor, 8º A – 29 Pontos
3º Lugar: Sara Malhadas, 9º A – 28 Pontos
Orientações:
Oportunamente serão divulgados os títulos das obras seleccionadas para a 2ª Fase do Concurso Nacional de Leitura, que decorrerá em Março.
Professoras: Cecília Mendes e Célia Gonçalves
Recorde-se que os alunos do Secundário tiveram que ler e prestar provas sobre as obras escolhidas: A Filha dos Mundos de Inês Botelho e A Casa dos Espíritos de Isabel Allende.
Os alunos do 3º ciclo defrontaram-se com Crime no Expresso do Tempo de Luísa Ducla Soares e Sexta-Feira ou a Vida Selvagem de Michel Tournier.
Secundário
1º Lugar: Filipe Dias, 10º A – 30 Pontos
2º Lugar: Eduardo Sousa, 11º A – 28 Pontos
3º Lugar: Pedro Nunes, 10º A – 27 Pontos
3º Ciclo
1º Lugar: Alexandra Nabais, 7º A – 30 Pontos
2º Lugar: Maria João Flor, 8º A – 29 Pontos
3º Lugar: Sara Malhadas, 9º A – 28 Pontos
Orientações:
Oportunamente serão divulgados os títulos das obras seleccionadas para a 2ª Fase do Concurso Nacional de Leitura, que decorrerá em Março.
Professoras: Cecília Mendes e Célia Gonçalves
Recorde-se que os alunos do Secundário tiveram que ler e prestar provas sobre as obras escolhidas: A Filha dos Mundos de Inês Botelho e A Casa dos Espíritos de Isabel Allende.
Os alunos do 3º ciclo defrontaram-se com Crime no Expresso do Tempo de Luísa Ducla Soares e Sexta-Feira ou a Vida Selvagem de Michel Tournier.
segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009
Efeméride - Ilse Losa

Em 6 de Janeiro de 2006, faleceu, no Porto, Ilse Losa, escritora portuguesa de origem alemã. Veio para Portugal em 1934, fugindo à perseguição nazi. É conhecida principalmente como autora de textos para crianças e pelo seu livro sobre as memórias das perseguições aos judeus.
“O primeiro dia da escola. A saca às costas, caminhei ao lado da minha mãe, cheia de curiosidade e de receios. O sr. Brand, o professor, distribuía sorrisos animadores aos meninos, que o fitavam com desconfiança. A barba grisalha e o colarinho engomado davam-lhe um ar de austeridade, mas os olhos alegres protestavam contra tal impressão. Começou por nos falar, e doseava serenidade com humor para afugentar os nossos medos. De todas as escolas por que passei, a de que verdadeiramente gostei foi a escola primária. Quando o sr. Brand tomou nota do meu nome ninguém se virou para mim com sorrizinhos por soar a judaico, ninguém achou estranho eu responder «Israelita» à pergunta do sr. Brand à minha religião. Fora a mãe que me recomendara: «Quando o sr. Brand te perguntar pela religião, diz--lhe que és israelita. Soa melhor do que judia». Eu não concordava, porque achava «israelita» uma palavra estranha que não parecia pertencer à minha língua e, por isso, corei de embaraço ao pronunciá--la. E quando o sr. Brand quis saber a profissão do meu pai respondi «negociante de cavalos». Coisa natural. Muitos alunos eram filhos de lavradores e conheciam o meu pai. Não me sentia envergonhada daquilo que eu e o meu pai éramos, como aconteceria mais tarde, no liceu, quando a minha mãe me recomendou que às perguntas respondesse, além de «sou israelita», que o meu pai era «comerciante».”
Ilse Losa – O mundo em que vivi Ilse Lieblich Losa, escritora portuguesa de origem alemã e de ascendência judaica, nasceu a 20 de Março de 1913, em Bauer, uma cidade perto de Hanover. A primeira infância foi passada com os avós paternos. Frequenta o liceu em Osnabrük e Hildesheim e o Instituto Comercial em Hanover.
Em 1930 está em Londres onde toma conta de crianças durante um ano. De regresso à Alemanha e devido à sua condição de judia, é perseguida pela Gestapo e tem de abandonar o seu país, refugiando-se em Portugal onde chega em 1934, radicando-se no Porto. Casa com o arquitecto Arménio Losa e adquire a nacionalidade portuguesa.
A sua obra inclui romances, contos, crónicas, trabalhos pedagógicos e literatura para crianças.
Paralelamente à sua actividade de escritora desenvolveu outras ocupações quer no domínio da tradução, quer como colaboradora em jornais e revistas, alemães e portugueses, de que salientamos o Jornal de Notícias, O Comércio do Porto, o Diário de Notícias, Neue Deutsche Literatur, entre outros.
Ilse Losa está também representada em várias antologias de autores portugueses, tendo ela própria colaborado na organização e tradução de antologias de obras portuguesas publicadas na Alemanha. Traduziu do alemão alguns dos mais consagrados autores.
Em 1984 recebeu o Grande Prémio Gulbenkian, pelo conjunto da sua obra para crianças.
Em 1998 recebeu o Grande Prémio de Crónica, da APE (Associação portuguesa de Escritores) por À Flor do Tempo.
As experiências da nazificação do seu país natal e as dificuldades de adaptação à sua pátria de exílio constituem alguns dos motivos das suas obras, entre as quais se contam:
O Mundo em Que Vivi (1949, volume de estreia), Histórias Quase Esquecidas (1950), Rio Sem Ponte (1952), Aqui Havia Uma Casa (1955), Sob Céus Estranhos (1962), Encontro no Outono (1965), Estas Searas (1984), Caminhos sem Destino (1991) e À Flor do Tempo (1997, Grande Prémio da Crónica de 1998).
Distinguiu-se como autora de literatura infantil, com os livros A Flor Azul (1955), Na Quinta das Cerejeiras (1984), A Visita do Padrinho (1989) e Faísca Conta a Sua História (1994).
Escreveu ainda uma obra de crónicas de viagem, Ida e Volta — À Procura de Babbitt (1959).
Leia mais aqui.
quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009
Ano Novo
Receita de Ano Novo
Para você ganhar um belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido
(mal vivido ou talvez sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanhe
ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de Janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
Carlos Drummond de Andrade
quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008
Espírito de Natal
Um certo dia, no mês de Dezembro, uma menina perdeu o espírito de Natal. Este tinha ido fazer uma viagem, juntamente com a sua alegria e felicidade. Ficou, portanto, só, triste e infeliz.
Nesse ano, não teve vontade de decorar a árvore de Natal, nem de comprar bolas novas, para a enfeitar. Não andou pelas ruas iluminadas, fazendo planos para quem iria distribuir as prendas, nem comprando coisas lindas para oferecer aos que lhe eram queridos. Não fez cartões de Boas Festas, nem lhe apeteceu enviar alguns já feitos. Pior ainda, não sentiu amor, tolerância, espírito de dádiva, paz, compaixão.
Sem espírito de Natal, sentia-se vazia e solitária.
Que fazer?
Resolveu esperar por ele. Será que iria demorar-se? Por onde andaria ele nesta altura? Ainda estaria a viajar com a sua alegria e felicidade? Por que teria ido embora?
Enquanto esperava, resolveu encher o seu vazio, construindo uma casa nova para o seu espírito de Natal. Edificou tudo num instante.
A casa de tijolo tinha paredes brancas, rasgadas por janelas enormes. A porta estava entreaberta para que o espírito de Natal, a sua alegria e felicidade entrassem, logo que chegassem. O telhado tinha uma chaminé catita, com uma abertura larga e escadinhas que davam entrada directa para a lareira. É que nunca se sabe... O espírito de Natal podia armar-se em Pai Natal, querer entrar pela chaminé e depois, se fosse demasiadamente estreita, ficaria lá entalado!
De fora, espreitava-se pela janela e viam-se cortinas salpicadas de flores e plantas que sorriam encantadas para um raio de sol, que as tinha ido visitar.
No hall, havia um móvel rústico, onde se penduravam os casacos e os chapéus e, em baixo, estavam guarda-chuvas. Só para o caso da chuva se atrever a molhar este quadro idílico...
À direita, entrava-se para a sala de estar. Como o nome indica, dava vontade de se estar lá. Os sofás confortáveis convidavam ao descanso e ao relaxamento. Da aparelhagem, saíam notas musicais que dançavam juntamente com sons da natureza.
A menina estava lá de olhos fechados. Aquela música fazia recordar-lhe a sua infância, momentos felizes que guardava na sua memória, como se fossem segredos só dela, fechados a sete chaves na escrivaninha da sua lembrança.
Esse compact-disc que tocava, tinha música calma onde se misturavam sons naturais, como o barulho do mar com os seus golfinhos, o vento nas árvores, o canto dos pássaros e, ainda, ralos e grilos.
Alguns desses acordes de mar, faziam-na pensar no seu primeiro namorado, quando, ao domingo à tarde, iam passear pela Foz de mãos dadas, exibindo o que eles julgavam ser as suas melhores roupas.
Perduram ainda hoje, a suavidade desses momentos, as palavras que se sentiam no silêncio.
O barulho dos ralos e dos grilos era-lhe particularmente agradável.
Transportavam-na imediatamente para as noites do verão de 79, em que fez campismo selvagem com os pais. De dia, andava com um grupo de pré-adolescentes que se tinham tornado amigos inseparáveis. De noite, quando o calor acariciava seus sentidos, davam longos passeios pelas ruas aprazíveis da Granja, bordadas de lindas casas. Colhiam-se flores pelo caminho, apreciava-se o aroma da noite e o som repetitivo e securizante dos ralos embalava-lhes os passos.
O barulho do vento nas árvores, fazia lembrar fins de semana no Gerês, piqueniques na Quinta da Conceição, e mais recentemente, tardes amenas no Parque da Cidade.
Quando o bebé receava o vento nas árvores, a menina, dizia-lhe com um ar entendido, que o vento era atrevido, que fazia cócegas às folhas e o barulho que se ouvia, eram as folhas a rir. Então, o bebé mais seguro de si, sorria, contemplava as folhas com outro olhar e ficava a gostar um pouco mais do vento.
Em frente, um corredor dava para quatro portas. A primeira, era a do escritório. Era o lugar onde a menina se queria inspirar para escrever um conto dedicado ao seu espírito de Natal. As paredes estavam cobertas de estantes e, estas, estavam a abarrotar de livros e de molduras com fotografias.
Em frente à janela, havia a escrivaninha de estilo romântico, onde a menina se sentava a escrever poesias ao seu espírito de Natal em papéis de carta coloridos e perfumados.
Às vezes, também lhe escrevia mensagens que mandava via internet. Sim, porque hoje em dia, até os contos de Natal e as suas personagens têm que se adaptar à modernidade e às suas novas tecnologias.
As outras portas davam para os quartos: um para o espírito de Natal, outro para a sua alegria e felicidade que bem podiam dormir juntas na mesma cama e o último era da menina.
O seu quarto era simples, mas acolhedor. Os móveis sóbrios, em madeira, davam um ar quente e a colcha de patchwork colorida tinha sido feita por ela. Cada quadrado representava um momento significativo da vida dela. Não eram só alegrias e felicidades. Também estavam lá costuradas as decepções, as tristezas e as solidões.
Quando acabou a decoração e sentiu que estava em casa, o milagre aconteceu. Já era Dezembro do ano seguinte.
Num canto da sala, a árvore de Natal estava enfeitada alegremente de fitas, bonecos, bolas e luzes. Numa mesinha, ao lado, o Menino Jesus estava deitado nas palhinhas, aquecido pelo ar quente da vaquinha, no seu lindo presépio.
Em cima da mesa da sala, os cartões estavam prontos para serem enviados. Da cozinha, vinha um cheirinho a doce: pão-de-ló, bolo-rei, aletria, frutos secos, arroz-doce, rabanadas e outras delícias que abriam a nossa imaginação...
As prendas estavam embrulhadas em papéis brilhantes, etiquetadas para os respectivos donos.
A prenda maior que lá estava, era uma caixa florida, com a tampa semi-aberta.
A menina movida pela curiosidade, foi espreitar...
Não ficou muito surpreendida quando, de lá, viu sair o seu espírito de Natal, juntamente com a sua alegria e felicidade, mais gordinhas.
Foi a menina que, à medida que ia preenchendo o seu vazio, puxava de volta o que lhe faltava. É que, apesar da tristeza e da solidão, nunca deixou de ter Esperança.
E a Esperança é o berço do espírito de Natal, da alegria e da felicidade...
Jacqueline Lima
Nesse ano, não teve vontade de decorar a árvore de Natal, nem de comprar bolas novas, para a enfeitar. Não andou pelas ruas iluminadas, fazendo planos para quem iria distribuir as prendas, nem comprando coisas lindas para oferecer aos que lhe eram queridos. Não fez cartões de Boas Festas, nem lhe apeteceu enviar alguns já feitos. Pior ainda, não sentiu amor, tolerância, espírito de dádiva, paz, compaixão.
Sem espírito de Natal, sentia-se vazia e solitária.
Que fazer?
Resolveu esperar por ele. Será que iria demorar-se? Por onde andaria ele nesta altura? Ainda estaria a viajar com a sua alegria e felicidade? Por que teria ido embora?
Enquanto esperava, resolveu encher o seu vazio, construindo uma casa nova para o seu espírito de Natal. Edificou tudo num instante.
A casa de tijolo tinha paredes brancas, rasgadas por janelas enormes. A porta estava entreaberta para que o espírito de Natal, a sua alegria e felicidade entrassem, logo que chegassem. O telhado tinha uma chaminé catita, com uma abertura larga e escadinhas que davam entrada directa para a lareira. É que nunca se sabe... O espírito de Natal podia armar-se em Pai Natal, querer entrar pela chaminé e depois, se fosse demasiadamente estreita, ficaria lá entalado!
De fora, espreitava-se pela janela e viam-se cortinas salpicadas de flores e plantas que sorriam encantadas para um raio de sol, que as tinha ido visitar.
No hall, havia um móvel rústico, onde se penduravam os casacos e os chapéus e, em baixo, estavam guarda-chuvas. Só para o caso da chuva se atrever a molhar este quadro idílico...
À direita, entrava-se para a sala de estar. Como o nome indica, dava vontade de se estar lá. Os sofás confortáveis convidavam ao descanso e ao relaxamento. Da aparelhagem, saíam notas musicais que dançavam juntamente com sons da natureza.
A menina estava lá de olhos fechados. Aquela música fazia recordar-lhe a sua infância, momentos felizes que guardava na sua memória, como se fossem segredos só dela, fechados a sete chaves na escrivaninha da sua lembrança.
Esse compact-disc que tocava, tinha música calma onde se misturavam sons naturais, como o barulho do mar com os seus golfinhos, o vento nas árvores, o canto dos pássaros e, ainda, ralos e grilos.
Alguns desses acordes de mar, faziam-na pensar no seu primeiro namorado, quando, ao domingo à tarde, iam passear pela Foz de mãos dadas, exibindo o que eles julgavam ser as suas melhores roupas.
Perduram ainda hoje, a suavidade desses momentos, as palavras que se sentiam no silêncio.
O barulho dos ralos e dos grilos era-lhe particularmente agradável.
Transportavam-na imediatamente para as noites do verão de 79, em que fez campismo selvagem com os pais. De dia, andava com um grupo de pré-adolescentes que se tinham tornado amigos inseparáveis. De noite, quando o calor acariciava seus sentidos, davam longos passeios pelas ruas aprazíveis da Granja, bordadas de lindas casas. Colhiam-se flores pelo caminho, apreciava-se o aroma da noite e o som repetitivo e securizante dos ralos embalava-lhes os passos.
O barulho do vento nas árvores, fazia lembrar fins de semana no Gerês, piqueniques na Quinta da Conceição, e mais recentemente, tardes amenas no Parque da Cidade.
Quando o bebé receava o vento nas árvores, a menina, dizia-lhe com um ar entendido, que o vento era atrevido, que fazia cócegas às folhas e o barulho que se ouvia, eram as folhas a rir. Então, o bebé mais seguro de si, sorria, contemplava as folhas com outro olhar e ficava a gostar um pouco mais do vento.
Em frente, um corredor dava para quatro portas. A primeira, era a do escritório. Era o lugar onde a menina se queria inspirar para escrever um conto dedicado ao seu espírito de Natal. As paredes estavam cobertas de estantes e, estas, estavam a abarrotar de livros e de molduras com fotografias.
Em frente à janela, havia a escrivaninha de estilo romântico, onde a menina se sentava a escrever poesias ao seu espírito de Natal em papéis de carta coloridos e perfumados.
Às vezes, também lhe escrevia mensagens que mandava via internet. Sim, porque hoje em dia, até os contos de Natal e as suas personagens têm que se adaptar à modernidade e às suas novas tecnologias.
As outras portas davam para os quartos: um para o espírito de Natal, outro para a sua alegria e felicidade que bem podiam dormir juntas na mesma cama e o último era da menina.
O seu quarto era simples, mas acolhedor. Os móveis sóbrios, em madeira, davam um ar quente e a colcha de patchwork colorida tinha sido feita por ela. Cada quadrado representava um momento significativo da vida dela. Não eram só alegrias e felicidades. Também estavam lá costuradas as decepções, as tristezas e as solidões.
Quando acabou a decoração e sentiu que estava em casa, o milagre aconteceu. Já era Dezembro do ano seguinte.
Num canto da sala, a árvore de Natal estava enfeitada alegremente de fitas, bonecos, bolas e luzes. Numa mesinha, ao lado, o Menino Jesus estava deitado nas palhinhas, aquecido pelo ar quente da vaquinha, no seu lindo presépio.
Em cima da mesa da sala, os cartões estavam prontos para serem enviados. Da cozinha, vinha um cheirinho a doce: pão-de-ló, bolo-rei, aletria, frutos secos, arroz-doce, rabanadas e outras delícias que abriam a nossa imaginação...
As prendas estavam embrulhadas em papéis brilhantes, etiquetadas para os respectivos donos.
A prenda maior que lá estava, era uma caixa florida, com a tampa semi-aberta.
A menina movida pela curiosidade, foi espreitar...
Não ficou muito surpreendida quando, de lá, viu sair o seu espírito de Natal, juntamente com a sua alegria e felicidade, mais gordinhas.
Foi a menina que, à medida que ia preenchendo o seu vazio, puxava de volta o que lhe faltava. É que, apesar da tristeza e da solidão, nunca deixou de ter Esperança.
E a Esperança é o berço do espírito de Natal, da alegria e da felicidade...
Jacqueline Lima
quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008
terça-feira, 16 de Dezembro de 2008
quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008
História de Natal
A Equipa da Biblioteca/CRE informa toda a comunidade escolar que, a partir do dia 11 até ao dia 18 de Dezembro a actividade
Era uma vez…,
Erase una vez…,
Once upon a time…,
Il était une fois”
( uma História de Natal em quatro línguas, à escolha, em powerpoint) estará à disposição na sala 23.
Merci bien, professeures Ivonne et Paula!
Thank you so much, teachers Ivonne and Paula!
Muchas gracias, profesoras Ivonne y Paula!
Em português: que ideia tão bonita, professoras Paula e Ivonne!
Era uma vez…,
Erase una vez…,
Once upon a time…,
Il était une fois”
( uma História de Natal em quatro línguas, à escolha, em powerpoint) estará à disposição na sala 23.
Merci bien, professeures Ivonne et Paula!
Thank you so much, teachers Ivonne and Paula!
Muchas gracias, profesoras Ivonne y Paula!
Em português: que ideia tão bonita, professoras Paula e Ivonne!
Concurso Nacional de Leitura - eliminatória da 1ª fase
Deorreu hoje a prova de selecção dos alunos que irão passar à fase distrital.
sábado, 6 de Dezembro de 2008
Christmas Jokes
Associação Americana de Bibliotecas de Escola

O aprendiz do Século XXI tem que:
• Desenvolver a capacidade de leitura e compreensão dos textos – a chave do sucesso na sua vida escolar;
• Saber pesquisar/investigar – as bases essenciais para a sua aprendizagem;
• Utilizar correctamente a informação obtida;
• Ter aptidões tecnológicas – cruciais para as sua aprendizagem e o futuro mercado de trabalho;
• Ter igual acesso na aquisição dos materiais/informações – a componente chave para a educação;
• Deve partilhar os seus conhecimentos com os outros.
O aprendiz utiliza as suas aptidões/recursos/ferramentas para:
• Investigar, raciocinar criticamente e adquirir conhecimentos;
• Tirar conclusões, tomar decisões, aplicar conhecimentos em novas situações e criar novos saberes;
• Partilhar conhecimentos e participar ética e produtivamente como membros da nossa sociedade democrática;
Por fim, as bibliotecas escolares têm um papel importante no desenvolvimento de aptidões/aprendizagens dos alunos dado que, elas fornecem os recursos/ferramentas necessárias para uma aprendizagem estimulante e atractivo.
terça-feira, 2 de Dezembro de 2008
segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008
Aristides de Sousa Mendes: um homem de coragem, por José Jorge Letria

É apenas um dos livros sobre Aristides de Sousa Mendes, um português que merece ser lembrado e cujo exemplo deveria ser seguido.

A Biblioteca tem um livro em BD sobre ASM, é de José Ruy.

A Biblioteca tem um livro em BD sobre ASM, é de José Ruy.
Ver:
http://porbase.bnportugal.pt/ipac20/ipac.jsp?session=12281B263CV79.190598&profile=porbase&uri=link=3100027~!8202814~!3100024~!3100022&aspect=subtab14&menu=search&ri=3&source=~!bnp&term=Aristidides+de+Sousa+Mendes+%3A+her%C3%B3i+do+holocausto+%3A+banda+desenhada&index=ALTITLE
Mais sobre Aristides de Sousa Mendes (ASM):
http://mvasm.sapo.pt
Mais sobre Aristides de Sousa Mendes (ASM):
http://mvasm.sapo.pt
Etiquetas:
Aristides de Sousa Mendes,
Cônsul,
Diplomata
CONCURSO NACIONAL DE LEITURA 2009
88 alunos do 3º ciclo e 10 do Ensino Secundário encontram-se inscritos no concurso nacional de leitura.
1ª Fase- fase local: Selecção dos alunos apurados até 9 de Janeiro de 2009.
2ª Fase- Fase distrital: Bibliotecas Públicas -Fevereiro e Março de 2009.
3ª Fase- Provas Finais - Maio de 2009.
Obras lidas na 1ª fase do concurso:
3º ciclo
Soares, Luísa Ducla - Crime no Expresso do Tempo, editora Civilização;
Tournier, Michel - Sexta-Feira ou a Vida Selvagem, editora Presença;
Ensino Secundário
Botelho, Inês - A Filha dos Mundos, editora Gailivro;
Allende, Isabel - A Casa dos Espíritos, Difel
Esta iniciativa do PNL conta com o apoio de 3 professoras do 3º ciclo (professoras Cecília Mendes, Anabela Afonso, Catarina Pio)e 2 do ensino secundário (professoras Cecília Mendes e Célia Gonçalves).
Qualquer questão relacionada com este concurso será resolvida pela Professora Cecília Mendes ou pela coordenadora da BE.
domingo, 30 de Novembro de 2008
Arquivo Pessoa e portal MultiPessoa na internet
Arquivo Pessoa
Agora não tem desculpa para não participar no festival de curtas-metragens Curta Pessoa (+ uma inovação BiblioFilmes Festival) da secção Curta BiblioFilmes, pois toda a obra de Fernando Pessoa foi colocada on-line:
Base de dados Arquivo Pessoa com obra do escritor já está disponível na Internet, Isabel Coutinho, 28.11.2008 (jornal Público)
«O Arquivo Pessoa (http://arquivopessoa.net) é uma base de dados da maior parte da obra pessoana e tem capacidades de pesquisa de texto complexas. A recolha de textos para o projecto baseou-se nas edições principais da obra pessoana, mas não em todas. Estão lá as primeiras edições de cada obra e, em alguns casos, versões posteriores.»
«Além de poemas de Pessoa e dos vários heterónimos podem ser consultados textos filosóficos, correspondência, textos de auto-análise, escritos ocultistas, etc.», diz ainda a notícia.
«O portal MultiPessoa (http://multipessoa.net) é "um instrumento didáctico". Na secção Labirinto [Viagens guiadas para estudantes e curiosos] encontra-se uma selecção antológica de textos de Fernando Pessoa em 13 percursos temáticos organizados em hipertexto, através do qual o leitor pode navegar (Vida e Obra, Obra Pública, Ocultismo, Fausto e Portugal são alguns dos percursos possíveis).»
(Mais inspiração para participação nos Prémios Trailer de Livros, BiblioFilmes: Livros, Bibliotecas, Acção! ou ao Curta BiblioFilmes)
sábado, 29 de Novembro de 2008
Projecto EducMédia - Educação para os Média na Região de Castelo Branco (jornais escolares em papel e on-line)
Vítor Tomé, jornalista e investigador, apresentou dia 26 de Novembro, aos professores da Escola E.B.2.3/S José Silvestre Ribeiro, o Projecto EducMédia - Educação para os Média na Região de Castelo Branco ( educação para os média através de jornais escolares em papel e on-line), destinado a alunos e professores de agrupamentos de escolas da área educativa de Castelo Branco e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.
O projecto, que tem como objectivo ajudar alunos e professores a produzirem mensagens média para jornais escolares em suporte papel ou suporte electrónico, será posto em prática a partir de duas aplicações multimédia: uma plataforma de produção de jornais on-line, www.literaciamedia.com, preparada para que cada escola ou agrupamento de escolas tenha um ou mais jornais on-line, e o DVD “Vamos fazer jornais escolares”.
No DVD encontram-se todas as informações sobre os diferentes géneros jornalísticos, a escrita para o jornal, a produção de um jornal em papel e on-line e a análise de conteúdos jornalísticos. Incluem-se, ainda, links para vários sítios da Internet, tais como, motores de busca para procura de informação, enciclopédias on-line, bancos de imagens, dicionários de língua portuguesa, blogues sobre jornalismo, sítios que apresentam propostas para a elaboração de jornais escolares, … Os conteúdos do DVD estão, assim, estruturados em sete unidades: “Organização do Projecto”; “Escrever para o jornal”; “A produção do jornal”; “ Análise de jornais”;”Do papel à World Wide Web”; “Recursos” e “Perguntas mais frequentes”.
As actividades a realizar no âmbito deste projecto, ao nível das áreas curriculares disciplinares (na disciplina de Português) e das áreas curriculares não disciplinares (Área Projecto, Clube de jornalismo,…) permitirão que professores e alunos partilhem interpretações, pensamentos e respostas, além de reflectirem acerca das suas relações quotidianas com os média, associando conhecimentos académicos com a vida real do dia-a-dia.
Obrigada, professora Maria Luís, pela notícia!
Um dia destes sairá o boletim da Biblioteca utilizando este recurso.É aguardar...
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