segunda-feira, 20 de maio de 2019

Concurso Nacional de Leitura - fase intermunicipal 23 de abril

A vencedora do 2º ciclo da fase intermunicipal, realizada em Idanha-a-Nova, é a nossa aluna Inês Gracio Tapadas.
Parabéns, Inês, agora a próxima etapa é em Braga!


Ver aqui a reportagem: ( coming soon....)
na Beiranews
Diário Digital

sábado, 2 de fevereiro de 2019

A história do Hino Nacional

A 1 de Fevereiro de 1890 ouvia-se pela primeira vez o nosso hino.

O Hino Nacional, também conhecido pela “Portuguesa”, foi composto em 1890 como uma canção de protesto na sequência do ultimato inglês. Adotada pelos republicanos, veio a transformar-se no hino em 1911.

A letra de ‘”A Portuguesa” foi escrita por Henrique Lopes de Mendonça e a música composta por Alfredo Keil.

O tema surge em 1890 na sequência do ultimato inglês que exigia a retirada dos portugueses dos territórios entre Angola e Moçambique. A imposição foi considerada uma afronta ao país, mas a coroa, apesar dos protestos, pouco pôde fazer para reverter a situação.
A versão completa d’”A Portuguesa” afirmava a independência e apelava ao patriotismo contra os “Bretões” (britânicos), palavra que foi substituída na versão atual pela palavra “Canhões”. Foi rapidamente adotada pelos revolucionários republicanos que a cantaram quando em 31 de Janeiro de 1891 tentaram, no Porto, um primeiro golpe de estado para derrubar a coroa. A monarquia proibiu-a.
Com a implantação da República em 1910 a canção voltou a ouvir-se nas ruas e foi consagrada como Hino Nacional em 19 de junho de 1911 pela Assembleia Constitutiva.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

1 de fevereiro de 1908 – Regicídio de D. Carlos e D. Luís Filipe




1 de fevereiro de 1908 – Regicídio de D. Carlos e D. Luís Filipe na “Ilustração Portuguesa.” 







Regicídio - 1 de fevereiro de 1908.  



Ensina RTP  






“Apontamentos indispensáveis se eu morrer.”

É desta forma que Manuel dos Reis Buiça, o regicida que mataria o rei D. Carlos com um tiro de carabina na nuca, inicia o seu testamento. Estava-se no dia 28 de janeiro de 1908, ou seja a quatro dias do atentado mortal contra a mais alta figura da realeza portuguesa. O facto da assinatura do testamento de Buiça ter ocorrido no mesmo dia da tentativa de derrubar o governo ditatorial de João Franco (Golpe do Elevador da Biblioteca) dificilmente se trata de uma coincidência. Provavelmente, o regicida previra a possibilidade de poder vir a morrer no decorrer do golpe e tentara salvaguardar, se não o futuro financeiro dos seus dois filhos, pelo menos o legado do seu nome. Pode ler-se no testamento «... ficaram-me de minha mulher dois filhos a saber: Elvira que nasceu em 19 de dezembro de 1900, na rua de Santa Martha numero... rez do chão e que não está ainda baptisada nem registada civilmente por motivos contrarios da minha vontade; e Manuel que nasceu em 12 de Setembro de 1907 nas Escadinhas da Mouraria numero quatro, quarto andar, esquerdo». Como o próprio pai menciona no seu testamento, Elvira e o pequeno Manuel viviam consigo e com a avó materna nas Escadinhas da Mouraria. A mulher de Buiça, D. Hermínia Augusta da Costa Buiça, filha de um major de cavalaria, havia já falecido. Os restantes membros da família Buiça viviam em Vinhais, para onde, segundo Manuel dos Reis Buiça, «se deve participar a minha morte ou o meo desapparecimento caso se deam». Prevendo a sua morte, Buiça afirma ainda no seu testamento que os seus filhos perderão, em breve, o seu pai. Lamenta ainda o facto dos seus filhos irem ficar «pobríssimos», já que não «tenho nada que lhes legar senão o meu nome e o respeito e compaixão pelos que soffrem». Manuel dos Reis Buiça termina o seu testamento pedindo que eduquem os seus filhos segundo os «principios de liberdade, egualdade e fraternidade em que eu comungo...», ou seja, segundo os princípios republicanos que defendia, «... e por causa das quaes ficarão, porventura, em breve, orfãos». 
No dia 1 de fevereiro de 1908, após o regicídio, Manuel dos Reis Buiça foi morto. Nos meses que se seguiram à sua morte a sua campa, sempre repleta de flores, foi visitada por muitos republicanos, tendo sido aberta uma subscrição pública destinada a auxiliar financeiramente os filhos que deixara órfãos.





domingo, 27 de janeiro de 2019

É este o link do jornal online

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, 27 de janeiro.

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, 27 de janeiro. O site do Congresso Mundial Judaico, com o apoio da UNESCO, disponibiliza um conjunto de ferramentas, factos, documentos e testemunhos sobre o Holocausto. ver aqui
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

 
         

Pela 13ª vez, participamos no Concurso Nacional de Leitura !

Alunos apurados:
1º ciclo -  Henrique Estrela e Mariana Poças, ambos de 4º ano.
2º ciclo - Inês Tapadas, 5ºA e Maria Judite Galvão, 6ºB.
3º ciclo - Margarida Morgado, 9ºA e Ana Rita Galvão, 8ºB.
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